Homenagem em grafite

Mais uma homenagem, mais um mural, desta vez na Avenida dos Funcionários Públicos, na Zona Sul da cidade de São Paulo. O mural tem assinatura do artista @gerriallves, este trabalho faz parte do projeto #RevitalizaSP, da @prefsp via @smsub_sp e @amlurb, a execução foi da @ecosampa. Esses murais são criados em regiões periféricas de São Paulo com o objetivo de acabar com os pontos viciados. Estou profundamente emocionada, gratidão. Axé, obrigada, #zezemotta.

16.05.2022


Zezé Motta participa de bate-papo no Sesc Piracicaba

Zezé Motta no SESC Piracicaba

 

O dia 14 de maio de 1988 não terminou para a população preta brasileira… e no 14 de maio de 2022, Zezé Motta, cantora, atriz, mãe de quatro filhos e importante ativista na resistência contra o racismo fala de seus cinquenta e quatro anos de carreira, passando pelo teatro, em plena ditadura militar, TV e cinema. Mediação: Eva Prudêncio, Mayra Kristina e Fábio Martins. A atividade integra a I Mostra Preta Periférica de Teatro de Piracicaba, realizada pelo Coletivo Coisa Preta e Proac SP. Apoio: Sesc.

13.05.2022


Fotos! Zezé canta Caetano no Sesc Pompéia

 

#zezecantacaetano realizado nos dias 07 e 08 de Maio de 2022, no Sesc Pompéia

📸: @bru.quevedo
💄: @florindoandre
👗: @castanheiras

 

13.05.2022


Zezé Motta é capa da Revista Regional

05.05.2022


Zezé canta Caetano dias 07 e 08 de maio no Sesc Pompéia, em São Paulo

O show “Coração Vagabundo – Zezé canta Caetano” une as obras de Caetano e o poderoso timbre contralto de uma artista que é ícone negro da cultura brasileira.

Zezé Motta faz uma releitura de seu próprio show lançado nos anos 1990, mas com uma roupagem voz e piano, criando um cenário intimista e ao mesmo tempo caloroso. “Luz do Sol”, “O Ciúme”, “Odara”, “Esse Cara”, “Sampa” e “Tigresa”, canção inspirada na artista, fazem parte do repertório. 

Ingressos: https://www.sescsp.org.br/programacao/zeze-motta-canta-caetano/

05.05.2022


Ecoe Essas Vozes – ACNUR

Em muitas sociedades, mulheres e meninas sofrem, diariamente, discriminação e e violência devido ao seu gênero. Uma tarefa comum como pegar água ou ir ao banheiro pode colocá-las sob o risco de violência, estupro ou abuso. Em tempos de deslocamento forçado recorde no mundo, esse problema se multiplica. 

Metade das mais de 82 milhões de pessoas que foram forçadas a se deslocar são mulheres e meninas que, sem a proteção de seus governos ou famílias, encontram-se frequentemente em situações de vulnerabilidade. Grávidas, chefes de família, deficientes, idosas ou desacompanhadas ficam ainda mais expostas.

O objetivo do movimento #EcoeEssasVozes é informar sobre a dura realidade das mulheres e crianças refugiadas e ressaltar a importância de elas terem seus direitos assegurados, com a chance de construir novos futuros em qualquer lugar.

São pessoas que, muitas vezes, não podem mostrar seu rosto, mas cujas histórias precisam ser ouvidas. Ao ecoar as vozes de mulheres refugiadas, podemos ouvir suas demandas e ajudar a transformar suas realidades, combatendo a xenofobia, a discriminação e a desinformação.

Por meio de áudios narrados em primeira pessoa, a campanha pretende relatar como é viver em uma situação de refúgio, tendo que deixar sua vida para trás para fugir de conflitos, perseguições, violações de direitos humanos, com o agravante de estarem  expostas às diversas situações de violência de gênero.

Para garantir que essas pessoas recebam ajuda emergencial, tenham seus direitos assegurados e possam construir futuros melhores para si e suas famílias, existem organizações como a Agência da ONU para Refugiados, o ACNUR, que há 71 anos apoia pessoas forçadas a se deslocar no mundo todo.

Para saber mais:

Todos os áudios, assim como detalhamento sobre o contexto por trás das histórias e grandes números do deslocamento forçado no mundo, estão reunidos na página da campanha: mulheresrefugiadas.org

O trabalho do ACNUR de proteção às pessoas refugiadas é mantido por contribuições voluntárias de países e por doações de empresas e pessoas físicas. Para apoiar mulheres refugiadas com qualquer valor, basta acessar: doar.acnur.org/refugiadas

05.05.2022