Zezé Motta e Angela Davis

Zezé Motta e Angela Davis

Zezé Motta e Angela Davis

Zezé Motta e Angela Davis

Zezé Motta e Angela Davis

Zezé Motta e Angela Davis

Zezé Motta e Angela Davis

Zezé Motta e Angela Davis

Zezé Motta e Angela Davis

Zezé Motta e Angela Davis

Zezé Motta e Angela Davis

Zezé Motta e Angela Davis

Zezé Motta e Angela Davis

 

O encontro aconteceu em novembro de 2012, durante evento da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, que contou com a presença de Zezé e Angela. O registo do encontro foi feito por Vinícius Belo.

18.03.2019


Zezé Motta marca presença no evento ‘Dança na Varanda’, de Andrea Raw, na Casa França Brasil

Andrea Raw

Andrea Raw

Andrea Raw

Andrea Raw

Andrea Raw

Andrea Raw

Andrea Raw

Andrea Raw

Andrea Raw

Andrea Raw

Jesus Chediak, Zezé Motta, Andrea Raw e Julita Machado

Jesus Chediak, Zezé Motta, Andrea Raw e Julita Machado

Wallace Ramires e Julita Machado

Wallace Ramires e Julita Machado

Wallace Ramires

Wallace Ramires

 

Crédito das fotos: Artur Felipe

14.03.2019


Zezé Motta em NY – arquivos de mídia

Revista - Zezé Motta - Anos 70 - Zezé Motta lança Xica da Silva em Nova York

14.03.2019


Zezé Motta posa para o livro ‘O Despertar da Mulher Brasileira” do fotógrado Jorge Abud

Zezé Motta | Foto: Jorge Abud

Zezé Motta | Foto: Jorge Abud

Aos 74 anos, Zezé Motta foi escolhida pelo fotógrafo Jorge Abud, para ser uma das estrelas do livro “Despertar da mulher Brasileira” que terá lançamento no Brasil e em Portugal no segundo semestre de 2019. Zezé posou na banheira de sua casa, no Leme, local que já foi residência de ninguém menos que Clarice Lispector. No livro, Jorge mostra inúmeras mulheres sem maquiagem, sem produção, simplesmente despertando, e em seu primeiro momento do dia. Jorge também clicou Regina Duarte, Luana Piovani, Mel Lisboa, Carol Castro, Glória Maria, Thayla Ayala, Bárbara Paz, Fafá de Belém, entre outras personalidades brasileiras.

Eu fui criada em colégio interno, era muito reservada. As visitas de homens eram muito controladas. Só podia receber pai, irmão, tio. A gente tomava banho de camisola, mesmo sendo um grupo só de meninas. A sensualidade que a carreira de atriz me trouxe aconteceu de maneira bem natural. O meu compadre Nelson Motta (Zezé é madrinha de Nina Morena, filha do produtor com Marília Pêra) me sacaneava dizendo “não precisa mandar a Zezé tirar a roupa. É só ela ouvir o barulho da claquete que ela já tira” (risos). Inclusive, no lançamento do meu primeiro LP, no MAM, uma alça do meu vestido caiu e eu fiquei com um dos seios de fora. E eu incorporei o erro, como recomendam as escolas de arte dramática. Fiz de conta que era para cair mesmo… No dia seguinte aquilo foi e manchete de tudo. E aconteceu algo muito curioso sobre esse episódio. Uma vez, mais tarde, me pediram para eu escolher uma cantora para se apresentar junto comigo e o Melodia no Projeto Pixinguinha. Eu escolhi a Clementina de Jesus. Quando foram consultá-la sobre o convite, ela disse: ‘a Zezé Motta não é aquela que canta com os peitos de fora?’. Na capa do meu primeiro LP, em 1978 o “Zezé Motta” (warner), em cima dos meus seios, tem umas folhas que a censura mandou colocar. Comenta a atriz e cantora.

14.03.2019


Aniversário do Centro Cultural da Juventude em SP, terá “Atendendo a Pedidos” com Zezé Motta dia 24 de março às 18h

Zezé Motta | Foto: Sergio Cardoso

Atriz de cinema, teatro, televisão e cantora, Zezé apresenta um show reunindo parte dos clássicos de Luiz Melodia que ela gravou, como Magrelinha, Dores de Amores e outras que estão em “Negra Melodia”. Zezé sempre gostou de homenagear seus compositores preferidos em shows, cantando Caetano Veloso, Luiz Melodia, Jards Macalé e Elizeth Cardoso, entre outros. Então, ao longo deste tempo, anotou as músicas que, independentemente dos compositores, eram as mais aclamadas pelo público e mesmo que não estivessem no repertório de determinado show, eram pedidas para que cantasse. Assim surgiu o show “Atendendo a Pedidos”. A voz poderosa da artista ecoa na história da música brasileira há muito tempo, desde os anos 1970, quando gravou seu primeiro disco solo, com músicas inéditas de compositores como Rita Lee e Moraes Moreira. Sua voz imortalizou clássicos como “Trocando em Miúdos”, de Chico Buarque e Francis Hime, e “Pecado Original”, de Caetano Veloso. O show acontece no dia 24 de março, às 18h, e a entrada é franca.

Sobre o Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso

O CCJ é o maior centro público dedicado aos interesses da juventude da cidade de São Paulo. Inaugurado em 27 de março de 2006, fruto da mobilização da comunidade no Orçamento Participativo, inspira outros centros de referência de juventude pelo Brasil e pelo mundo. Proporciona a transversalidade das diversas temáticas relativas à vivência da condição juvenil por meio da cultura, buscando o empoderamento e o protagonismo da juventude a partir de uma programação cultural gratuita e diversificada, tendo o jovem não somente como espectador, mas como sujeito promotor, organizador e realizador dos Programas e Projetos realizados tanto no espaço como difundidos pela cidade. Entre as várias atividades, destacam-se apresentações e oficinas teatrais, shows de música, aulas e espetáculos de circo e de dança, cinema, debates, encontros e saraus e núcleos de comunicação comunitária e de produção audiovisual.

O CCJ tem 8.000 m² de arquitetura moderna e arejada, reunindo biblioteca, anfiteatro, teatro de arena, sala de projetos, laboratório de pesquisas, ateliê de artes plásticas, sala de oficinas e galeria para exposições, além de uma ampla área de convivência e com computadores com acesso à internet.

 

14.03.2019


Zezé Motta por Alberto Melnechuky, anos 80.

Zezé Motta | Foto: Alberto Melnechuky

Zezé Motta | Foto: Alberto Melnechuky

14.03.2019