Cultura

Zezé Motta participa do Festival de Natal em São Paulo

Zezé Motta no Festival de Natal | Foto: Aldho Photograph

Zezé Motta no Festival de Natal | Foto: Aldho Photograph

Zezé Motta no Festival de Natal | Foto: Aldho Photograph

Zezé Motta no Festival de Natal | Foto: Aldho Photograph

Zezé Motta no Festival de Natal | Foto: Aldho Photograph

Zezé Motta no Festival de Natal | Foto: Aldho Photograph

Zezé Motta no Festival de Natal | Foto: Aldho Photograph

Zezé Motta no Festival de Natal | Foto: Aldho Photograph

Zezé Motta no Festival de Natal | Foto: Aldho Photograph

Zezé Motta no Festival de Natal | Foto: Aldho Photograph

Zezé Motta se apresentou no último sábado e domingo, na Praça do Patriarca,  e no Largo São Francisco, Centro de São Paulo, onde participou do Festival de Natal, projeto que envolve as secretarias de Turismo, Cultura, Assistência Social, e com a participação da SP – Urbanismo, empresa pública vinculada à Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento. Com o show acústico “No coração do Brasil”, a cantriz foi acompanhada pelo violonista Joan Barros.

 

18.12.2018


O Samba Mandou me Chamar em única apresentação, dia 18 de janeiro, no Teatro J.Safra

O Samba Mandou Me Chamar - Teatro J.Safra - São Paulo

“O samba mandou me chamar”, avisa Zezé Motta em seu décimo álbum solo após sete anos fora dos estúdios. Ela, com sua voz de contralto, traz a turnê do CD “O samba mandou me chamar” pela primeira vez a São Paulo, será no dia 18 de janeiro às 21h30 no Teatro J. Safra. Inteiramente dedicado ao samba, o novo CD de Zezé já chegou ao circuito nacional e está disponivel em todas as plataformas digitais com selo da gravadora Coqueiro Verde Records. Os arranjos são assinados pelo produtor Celso Santhana. No disco há duas participações especialíssima: Arlindo Cruz, na faixa “Nós dois” (dele com Maurição); e Xande de Pilares em “Alma gêmea” (André da Mata, Mingo Silva e Kinho).

O show traz as novidades “Ficar a seu lado”, “Batuque de Angola”, ambas sucesso em Portugal na trilha da novela “Ouro verde”, que Zezé estrelou ano passado na Terrinha. As canções “Poeira varrida”, “A primavera se despede”, “Vou te provar’’, “Samba da amizade”, “Missão” e “Mais um na multidão” estão na lista. Soma-se ao repertório o hino das rodas de pagode “Caciqueando” em pout-pourri com “Já pode chegar” e “Vem”.

Ingressos e informações: http://www.teatrojsafra.com.br/espetaculo.html?id=242


Biografia de Zezé Motta traz curiosidades sobre a sua luta e carreira

Convite lançamento Biografia - Zezé Motta, um Canto de Luta e Resistência

Com histórias e curiosidades sobre os mais de 50 anos de carreira de Zezé Motta, o escritor e ator Cacau Hygino nos brinda com uma obra única sobre uma das atrizes mais queridas e talentosas do Brasil. Zezé Motta – um canto de luta e resistência (256 páginas, R$ 39,90) imprime a marca de uma artista plural, carismática, que deixa sua assinatura artística por onde passa. Aos 74 anos, Maria José Motta, que estreou profissionalmente na histórica peça Roda Viva (1969), de Chico Buarque, e brilhou para o mundo em Xica da Silva (1976), está aí para contar e relembrar todas as suas histórias descritas brilhantemente por Cacau.

A obra é informalmente divida em três partes. Na primeira, o autor explora os primeiros tempos no Rio, a escola, o curso de teatro, a amizade com a vizinha Marieta Severo, que também viria a se tornar. Fala de um momento marcante no qual a atriz chegou a negar a cor, para, logo em seguida, mergulhar de corpo e alma no movimento negro – do qual participa ativamente até hoje. Aqui estão também os filhos e casamentos. Bastidores e curiosidades sobre as filmagens de Xica da Silva são enriquecedoras, deliciosas e emocionam. Outro ponto forte do livro é a luta da Zezé contra a ditadura militar. Sua luta não para por aí, segue buscando mais espaço para o ator negro na teledramaturgia nacional . O livro ainda traz curiosidades que muita gente não sabe. A música “Tigresa”, de Caetano Veloso, por exemplo, foi feita para ela, e não para Sônia Braga, como muitos acham.

Na segunda parte é a vez da própria atriz falar sobre os 50 anos de carreira, como encara a velhice, o sexo, o racismo, entre temas como vacilos da vida e manias. Na terceira e última parte, depoimentos de amigos, familiares e colegas de cena engrandecem o livro, entre eles os atores Lázaro Ramos, Alessandra Maestrini, Carlinhos de Jesus, Lúcia Veríssimo, Rosamaria Murtinho, Silva Pfeifer e Taís Araújo que falam de sua proximidade com a estrela e sobre a sua importância como companheira de trabalho. No caso de Taís e Lázaro Ramos, por exemplo, ela foi uma espécie de madrinha. Lázaro diz que com Zezé aprendeu a fazer um currículo e a se “vender” profissionalmente, por meio de um projeto dela de cadastro de atores negros Brasil afora, numa época em que atores negros eram mero elenco de apoio na teledramaturgia.

Quase 90 fotos ilustram as cinco décadas de trajetória profissional marcadas desde o início pela resistência e perseverança.

Para Cacau Hygino, a perseverança de Zezé, aliada ao seu talento e à maneira simples e tranquila como leva a vida, fez com que se tornasse uma das principais artistas do Brasil.

Algumas curiosidades da carreira de Zezé Motta no livro:

– Afogamento nas filmagens: Durante filmagens de Xica da Silva (1976),  em uma cena gravada num barco, houve um acidente e a atriz quase morreu vestindo uma saia armada. Foi salva por uma pessoa da equipe. O acidente passou até no Fantástico e as filmagens só foram retomadas um mês depois.

– Fazendo ninar – Quando fez a peça A Moreninha (1969), a atriz contracenou com Marília Pera, que se tornaria a sua comadre e grande amiga.

– Embranquecimento: Quando jovem, Zezé não gostava de sua cor e de seus cabelos. Por isso, passou um bom tempo usando perucas com corte chanel.

– Religião: Zezé estudou num colégio Kardecista. Mas na estreia de sua primeira peça, Roda Viva (1968) era Testemunha de Jeová por influência de sua mãe.

– Duas datas de nascimento: A artista nasceu dia 27 de junho mas seus pais só puderam registrá-la em 5 de setembro. Zezé passou a comemorar o aniversário em duas datas diferentes.

– Carreira de peso: Em 53 anos de carreira, Zezé Motta soma 14 discos, 35 novelas e mais de 40 filmes.

Sobre a autor

Cacau Hygino é ator, dramaturgo e escritor. É autor, entre diversos livros, das biografias das atrizes Nathalia Timberg e Irene Ravache. Na TV, participou das novelas da Globo “Insensato Coração”, “Cara ou Coroa”, “América” e “Caminho das Índias”, entre outras. Adaptou para o teatro a sua obra “Herivelto Como Conheci”, interpretada por Marília Pêra. É autor da comédia “Deu a Louca na Branca”, estrelada por Cacau Protásio e “Através da Iris”, homenagem à fashionista americana Iris Apfel, interpretada por Nathalia Timberg. Em 2019, atuará no filme “Lucicreide vai a Marte”, estrelado por Fabiana Karla.

 

 

01.12.2018


Agenda Zezé Motta: Novembro

agenda zezé motta

19.11.2018


Zezé homenageia Elizeth Cardoso no Sesc Santo André

Zezé Motta

Elizeth Cardoso (1920-1990) foi considerada uma das primeiras damas da música popular brasileira e pioneira da bossa nova. Não à toa era chamada de A Divina. E é em homenagem a esta mulher que a atriz e cantora Zezé Motta sobe no palco do Sesc Santo André (Rua Tamarutaca, 302), na sexta, a partir das 20h, para apresentar o show Divina Saudade.

Durante a apresentação, Zezé Motta – nome artístico que foi dado por sua comadre Marília Pêra – interpreta canções que ficaram marcadas pela voz de Elizeth com toda a originalidade e voz poderosa de uma das maiores intérpretes do País. O show em formato intimista aproxima o público da cantora, que acolhe a plateia com repertório recheado de samba, bossa nova e composições gravadas nos anos dourados do rádio.

Zezé iniciou sua carreira de cantora em 1971 em casas noturnas como Balacobaco e Telecoteco, em São Paulo. O primeiro disco veio em 1978 e de lá para cá gravou mais 13, nos quais estão sucessos como Dores de Amores, Magrelinha (ambas de Luiz Melodia), Trocando em Miúdos (Chico Buarque/ Francis Hime), Prazer Zezé (Rita Lee/ Roberto de Carvalho), entre outras. No currículo tem 35 novelas e mais de 40 filmes.

Os ingressos custam de R$ 6 a R$ 20 e estão à venda na bilheteria do local ou no site www.sescsp.org.br.

01.11.2018


O Samba Mandou Me Chamar no Espaço Furnas Cultural

Zezé Motta no Espaço Furnas Cultural

Dona de uma brilhante carreira nos palcos, cinema e televisão, Zezé Motta apresenta espetáculo dedicado ao samba

‘Zezé Motta é cantora, atriz, mãe de seis filhos, 73 anos de vida, 50 anos de carreira, 14 discos, 35 novelas e mais de 40 filmes. Impossível não se orgulhar. Não apenas pelos números, mas também por sua história de luta em favor dos negros no Brasil.

Na ativa desde 1967, Zezé Motta venceu primeiro como atriz para depois deslanchar a vocação que sempre teve maior apreço: a de ser cantora. Participou de montagens históricas  como o musical “Roda Viva”, escrito por Chico Buarque e dirigido por José Celso Martinez Correia e com o Teatro de Arena, encenou o clássico “Arena Conta Zumbi”, de Gianfrancesco Guarnieri e Augusto Boal. Com o estouro internacional do filme “Xica da Silva”, de Cacá Diegues, tudo mudou. Além de consagrar-se grande atriz, virou sexy symbol e um mito para a negritude. Coroando esta fase, ela  gravou um disco há exatos 40 anos, no qual estourou diversas faixas, como “Muito prazer, Zezé”, “Pecado original”, “Magrelinha”, “Crioula”, “Rita Baiana” e “Dores de amores”, que na maioria foram feitas especialmente para ela por Rita Lee & Roberto, Luiz Melodia, Moraes Moreira e outros. Pois 40 anos depois de seu estouro inicial como cantora, sua bela voz está de volta, em no CD, “O samba mandou me chamar”, que chegou às lojas e em todas às plataformas digitais pela “Coqueiro Verde Records”.

Sua intimidade com o samba vem de longe. Em 1979, Zezé fez vibrar o país com a sua gravação de “Senhora liberdade”, de Wilson Moreira e Nei Lopes. Anos mais tarde, gravou diversos sambas-canção do repertório de Elizeth Cardoso no CD “Divina saudade”. Mas é a primeira vez que dedica um álbum inteiro ao gênero mais tradicional do país. Neste meio tempo, gravou um tributo a Jards Macalé e Luiz Melodia (o CD “Negra melodia”). Como tudo na vida vem na hora certa, o momento agora é de “O samba mandou me chamar”, seu oitavo disco solo.

O roteiro alterna jovens bambas, alguns veteranos e grandes sucessos. Duas delas, “Ficar a seu lado” (Christiano Moreno/ Flavinho Silva), bem como a ancestral “Batuque de Angola” (André Karta Markada/ Juninho Mangueira), já iniciaram uma carreia de sucesso, mas não no Brasil. Foram festejadas pelo povo português, por terem sido incluídas na trilha da novela “Ouro verde”, que Zezé estrelou ano passado na Terrinha.

Entre os destaques, uma canção inédita do craque Arlindo Cruz, “Nós dois”, (dele com Maurição), e duas regravações: uma versão em ritmo de samba soul de “Mais um na multidão”, de Erasmo Carlos, Marisa Monte e Carlinhos Brown e uma releitura para o velho sucesso de Aracy de Almeida no carnaval de 1947, “Louco”, do histórico bamba Wilson Batista, com Henrique de Almeida.

Ainda no repertório de novidades, “Poeira varrida” (Carlinhos da Ceasa/ Darcy Maravilha), “Vou te provar” (Marquinhos PQD/ André Renato) e  “A primavera se despede” (Serginho Procópio/ Ferreira Meu Bom). Uma lição de otimismo em “Na hora de partir” (Serginho Meriti/ Claudinho Guimarães), o antídoto contra o baixo astral no funkeado “Samba da amizade” (Flavio Lima) e uma ode ao ato de cantar “Missão” (do recém-falecido Lourenço): “Vou pelos palcos, da vida, vou/ Fazer o povo brilhar/ Coisa de bamba/ Vou vendo o povo aplaudir/ O show continuar/ Cantar meu samba”.

O medley que dá nome ao disco em clima de roda de samba carnavalesco, com mais novidades, “Já pode chegar” (Christiano Moreno/ Paulinho Carvalho/ Fábio Siri) e “Vem” (Ciraninho/ Leandro Fregonesi/ Rafael dos Santos), encerrando com o animado hino do Cacique de Ramos, “Caciqueando” (Noca da Portela/ Valmir/ Amauri) reunindo a velha e a nova geração de partideiros.

Zezé Motta se apresenta acompanhada por Celso Santhana direção musical e teclados, Fernando Skilo no violão , Paulinho Bonfim na bateria, Christiano Moreno na percussão e Max Junior no banjo e cavaco.

Serviço

Zezé Motta em ‘O Samba mandou me chamar’
Espaço Furnas Cultural – Rua Real Grandeza, 219, Botafogo
Dias 20 e 21 de outubro / Sáb. e Dom. 19h
Duração: 80 min. | Classificação: Livre
Entrada Franca – Ingressos distribuídos uma hora antes dos espetáculos (1 por pessoa)

 

16.10.2018