Cultura

Zezé Motta estreia o show ‘O Samba Mandou Me Chamar’ no Theatro Net Rio, em Copacabana:

Dhu Moraes e Antônio Pitanga | Foto: Mariama Prieto

Zezé Motta e Joana | Foto: Mariama Prieto

Carlinhos de Jesus | Foto: Mariama Prieto

Henri Pagnoncelli e Teresa Frota | Foto: Mariama Prieto

Julita Machado e Andrea Raw | Foto: Mariama Prieto

Lica Oliveira | Foto: Mariama Prieto

Marcus Montenegro e Zezé Motta | Foto: Mariama Prieto

Antônio Pitanga, Zezé Motta e Benedita da Silva | Foto: Mariama Prieto

Rosamaria Murtinho e Zezé Motta | Foto: Mariama Prieto

Ruth de Souza | Foto: Mariama Prieto

Zezé Motta no show O Samba Mandou Me Chamar | Foto: Mariama Prieto

Zezé Motta no show O Samba Mandou Me Chamar | Foto: Mariama Prieto

Zezé Motta no show O Samba Mandou Me Chamar | Foto: Mariama Prieto

Zezé Motta no show O Samba Mandou Me Chamar | Foto: Mariama Prieto

Vinicius Belo, Zezé Motta e Karina Alaor | Foto: Mariama Prieto

O promoter Vinicius Belo | Foto: Mariama Prieto

Zezé Motta e Cacau Hygino | Foto: Mariama Prieto

Zezé Motta e Ruth de Souza | Foto: Mariama Prieto

Zezé Motta e a fotógrafa Thereza Eugênia | Foto: Mariama Prieto

Zezé Motta com a sobrinha Érica Prado e amigas | Foto: Mariama Prieto

Zezé Motta com a filha Cíntia | Foto: Mariama Prietoez

03.05.2018


Zezé Motta é a grande homenageada na sexta edição da mostra Tiradentes em Cena

Zezé Motta

No ano em que a Mostra de Artes Cênicas Tiradentes em Cena apresenta a LIBERDADE como temática do evento, nada mais emblemático do que homenagear uma grande artista que há 60 anos transita entre todas as artes com grande destaque e talento. Seja no cinema, nos palcos ou na música, Zezé Motta sempre foi um símbolo de resistência e vanguarda.

– É uma grande honra poder falar de liberdade e ainda por cima homenagear uma pessoa que sempre foi à frente de seu tempo e se posicionou como mulher, negra, artista e cidadã. É uma voz que ecoa o significado de liberdade em todas as instâncias – conta Aline Garcia, idealizadora do Tiradentes em Cena.

Até o dia 12 de maio, a bela cidade mineira será palco para mais de 20 espetáculos teatrais, além de performances, rodas de conversa, oficinas, peças infantis, exposição e shows. Uma mostra que explora a apresentação em espaços alternativos e coloca a cidade de Tiradentes na rota das artes cênicas no país. Um espaço livre para a reflexão e apresentação de todos os gêneros teatrais e que proporciona o intercâmbio de artistas e suas linguagens.

Programação diversificada para todas as idades durante nove dias

Somos de fato livres? Liberdade se resume em ter o livre arbítrio para decidir o que quiser de forma independente ou é algo ainda mais subjetivo? Onde a liberdade e a responsabilidade se cruzam? Liberdade de expressão, liberdade de pensamento, liberdade religiosa, liberdade de criação, liberdade de escolha. E você como usa sua liberdade? De maneira geral, a liberdade de indivíduos ou grupos sempre sugere, ou tem a possibilidade de implicar, a limitação da liberdade de outros. Esses e outros questionamentos em relação à liberdade estarão presentes durante todo o evento, não só em cena, como também fora dela.

A abertura acontece no dia 4 de maio, sexta-feira, com uma apresentação inédita da bailarina Morena Nascimento. Nascida em Minas, filha de bailarinos, Morena iniciou a carreira no grupo Primeiro Ato, integrou a companhia da grande bailarina alemã Pina Bausch e firmou-se como um dos principais expoentes da nova geração da dança contemporânea.

– Quero dizer primeiro da minha felicidade em concretizar esse sonho de dançar em Tiradentes, cidade que faz parte do meu inventário emotivo, psíquico, que me conecta com minhas memórias mais emblemáticas de infância com meu pai e me aproxima da minha essência bicho do mato. Agradeço o convite e digo que terei um enorme prazer em contribuir com o festival – diz Morena Nascimento.

A programação inclui um cortejo que celebrará os 300 anos desde quando Tiradentes foi elevado à categoria de vila e fará uma representação do batizado de Bárbara Heliodora, considerada a primeira poeta brasileira, revolucionária e casada com o poeta, advogado e inconfidente Alvarenga Peixoto. O ator Julio Adrião fará uma dobradinha inédita no festival, apresentando o premiado espetáculo A Descoberta das Américas e a estreia nacional de Urbana.  A criançada poderá se divertir com o musical infantil Chapeuzinho Vermelho, enquanto o público adulto assistirá a espetáculos como Trombo, Negro Conta e apresentação musical de Zezé Motta com o show Divina Saudade.

A mostra receberá grandes nomes do teatro, como ator Tonico Pereira, comemorando 50 anos de carreira com seu primeiro monólogo O Julgamento de Sócrates; Fabiano Persi encena o animado Sapato Bicolor, narrando a história da Soul Music pelo olhar de um engraxate; Fabio Schmidt leva para o Tiradentes em Cena sua performance em homenagem ao ídolo Freddie Mercury, líder da Banda Queen, Freddie Rock Star; O diretor mineiro Pedro Paulo Cava apresenta a comédia de casal Intimidade Indecente; O ator Dinho Lima apresenta o sensível espetáculo Ledores do Breu; Alexandre Lino encena seu novo espetáculo O Porteiro, mais um grito libertário dos excluídos em forma de comédia teatral documental.

Rodas de conversa, oficinas, residência artística e projeto de continuidade

Uma das iniciativas que abrilhantaram a mostra no ano passado, as rodas de conversa em parceria com o Sesc Minas, estará presente novamente durante todo o evento. Corpo e Liberdade; Teatro e Resistência; A representatividade da mulher negra nas artes cênicas: diálogos e liberdade serão os temas apresentados com participantes que estão na programação da mostra.

A jornalista cultural Carolina Braga ministra a oficina Crítica na Prática. A partir de fundamentos teóricos do jornalismo cultural e da crítica de teatro, a oficina propõe uma experiência prática voltada para a análise de obras teatrais, redação, edição e publicação do material produzido no site e redes sociais do Tiradentes em Cena.

Uma iniciativa inédita para 2018, e muito sonhada pela equipe do Tiradentes em Cena, é a parceria com o grupo Teatro da Pedra, residente em Tiradentes. Além de fomentar a manutenção das aulas para jovens estudantes durante todo o ano, a mostra promoverá encontros com profissionais da área teatral que culminará em uma montagem de um espetáculo a ser apresentado no Tiradentes em Cena em 2019.

A exemplo de alguns festivais europeus, o Tiradentes em Cena, em co-produção com a Spasso Escola de Circo,  fará uma residência artística durante toda a mostra, recebendo artistas de várias regiões, que juntos, proporão a montagem de um novo espetáculo. A residência estará aberta para visitas durante toda a mostra e será um núcleo do livre pensamento e de experimentação.

Cenas Curtas chega à terceira edição

Pelo terceiro ano consecutivo, o Tiradentes em Cena promove um festival de cenas curtas durante a mostra. Grupos e artistas da região poderão inscrever cenas com temática livre de até 10 minutos que serão apresentadas no dia 9 de maio no teatro municipal de São João del Rei. As três melhores cenas, além de receberem premiação em dinheiro, serão apresentadas no último dia da mostra, 12 de maio, no Sesi – Centro Cultural Yves Alves.

A Mostra de Teatro Tiradentes em Cena é realizada com os benefícios da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais e conta com o patrocínio da Cemig e parceria cultural com o SESC Minas.

Tiradentes em Cena

De 4 a 12 de maio

www.tiradentesemcena.com.br

 

26.04.2018


Zezé Motta na coluna Ancelmo Gois – O Globo – com a capa do disco O Samba Mandou me Chamar.

O Samba Mandou me Chamar - Zezé Motta - O Globo

O jornalista Ancelmo Gois do jornal O Globo traz hoje em sua coluna a capa oficial do novo disco da nossa pérola negra, O Samba Mandou Me Chamar, álbum dedicado ao samba que sai pela Coqueiro Verde Records chegando às lojas e em todas as plataformas digitais em abril, já o show de lançamento da turnê acontece no dia 30.04 no palco do Theatro Net Rio, em Copacabana.

22.03.2018


Zezé Motta prestigia lançamento de Tom Farias sobre Carolina Maria de Jesus

Zezé Motta, Tom Farias e Helio de La Pena

Aconteceu na noite desta terça, 20, na livraria da Travessa em Ipanema, o lançamento da biografia sobre Carolina Maria de Jesus, escrita por Tom Farias. Em 1960, quando lançou seu livro “Quarto de despejo”, Carolina de Jesus se tornou uma celebridade. O livro, que registrava o cotidiano precário em uma favela de São Paulo, onde ela criava três filhos, foi traduzido e publicado em mais de 40 países. Carolina saiu da favela, mas as dificuldades continuaram: a escritora foi apropriada como uma curiosidade exótica pela sociedade que sempre lhe virara as costas, e seu livro se tornou objeto de decoração em estantes de salas de visita.

De tempos em tempos volta-se a falar de Carolina de Jesus, mas até aqui o material biográfico disponível a seu respeito era escasso. Isso muda com o lançamento de “Carolina – Uma biografia” (editora Malê, 402 pgs. R$ 72), do pesquisador e ensaísta Tom Farias. O livro entrelaça uma pesquisa ambiciosa sobre a vida da escritora com uma interpretação crítica de sua obra. O autor investiga a infância da autora em Sacramento, MG, seu trabalho como doméstica, sua vida na favela e sua inserção no mundo intelectual. Na última parte, fica claro o contraste entre a fama meteórica e o ostracismo de seus anos finais. Nesta entrevista, Tom Farias – também autor de ensaios sobre José do Patrocínio e Cruz e Souza – explica a importância da obra de Carolina de Jesus e comenta episódios de sua trajetória. Zezé Motta que já viveu a vida de Carolina no cinema, onde recebeu vários prêmios com o filme, e sonha em produzir uma peça baseada na história da escritora e catadora de lixo, também esteve presente no local. Ruth de Souza, Martinho da Vila, Miriam Leitão e muitos intelectuais passaram pelo local.

21.03.2018


Zezé Motta participa do espetáculo “Paixão de Cristo” em Floriano, no Piauí

Zezé Motta | Foto: Alisson Rocha

O Teatro Cidade Cenográfica de Floriano, no Piauí, o segundo maior a céu aberto do Brasil, se prepara para receber durante a Semana Santa, sexta, 30, e sábado, 31, às 20h, a 23ª edição do espetáculo “Paixão de Cristo”.

Como acontece desde 2002, a encenação de Floriano, considerada uma das maiores montagens do famoso espetáculo, em todo o país, terá um time de famosos no elenco. A atriz Zezé Motta será Maria, mãe de Jesus, o ator Felipe Simas vai interpretar o governador romano, Pôncio Pilatos, Carlos Vereza viverá Herodes, que induziu a filha, Salomé, a pedir a cabeça de João Batista, e Solange Couto, estará na pele da sua esposa, Herodes.

“É uma grande responsabilidade fazer um papel tão importante. Espero que o público saia emocionado do teatro”, diz a atriz Zezé Motta, a Mãe do Quilombo, da novela “O outro lado do Paraíso”, da TV Globo.

Devido ao sucesso do ano passado, que bateu o recorde de todas as edições anteriores, atraindo 20 mil pessoas, nos dois dias de evento, o diretor Alisson Rocha decidiu melhorar a montagem, em 2018. “Fizemos muitas alterações, como contratação de grandes atores, novos figurinos, nova caracterização dos cenários e paisagismo. A expectativa é a melhor possível e esperamos bater um novo recorde de público”, diz ele. O espetáculo, que tem a organização do Grupo Escândalo Legalizado de Teatro – ESCALET, também contará com 350 atores formados nas oficinas, e outros naturais da cidade, como Edson Oliveira, que voltará a viver o personagem principal, Jesus, e que foi muito elogiado na última montagem, e Hélder Vilela, o Caifás.

“Paixão de Cristo” mostra a trajetória marcante de Jesus, do batismo à ressurreição, é considerada a mais emocionante história da humanidade e atrai pessoas de todas as idades. O Teatro Cidade Cenográfica possui sete cenários em sua estrutura natural e estará rodeado por uma muralha de cerca de sete metros de altura e 800 metros linear.

Floriano fica a 240 km da capital Teresina, está à margem do rio Parnaíba e possui cerca de 55 mil habitantes. O espetáculo conta com o apoio da Secretaria de Estado de Cultura e do Governo do Estado do Piauí e patrocínio das empresas Drogarias Globo, Credshop, Grupos Ferronorte e Carvalho, Armazém Paraíba, São Jorge Supermercado e Prefeitura Municipal de Floriano e promoção da TV Clube.

SERVIÇO:

Espetáculo “Paixão de Cristo 2018”

Dias – 30 (sexta-feira) e 31 (sábado) de março

Horário – 20h

Local – Teatro da Cidade Cenográfica

Endereço: PI-140, 5 – Cancela, Floriano – Piauí.

Entrada Franca

Mais informações: (89) 9984-5455 / www.paixaodecristopi.com.br

Capacidade do teatro – 12 mil pessoas

Tempo de duração – 02h

Entrada franca

Classificação etária: livre

09.03.2018


O Samba Mandou me Chamar, foi notícia na coluna Parada Obrigatória, de Christovam Chevalier, no O Globo:

O Samba Mandou me Chamar, novo disco de Zezé Motta

10.01.2018