Cultura

Fotos! Zezé canta Caetano no Sesc Pompéia

 

#zezecantacaetano realizado nos dias 07 e 08 de Maio de 2022, no Sesc Pompéia

📸: @bru.quevedo
💄: @florindoandre
👗: @castanheiras

 

13.05.2022


Filme Alemão 2 estreia em mais de 250 salas brasileiras nesta quinta-feira (31/03) A

cartaz filme Alemão 2

O diretor destaca que os dois filmes partiram de uma ideia original de Teixeira, e que aceitar o convite para os dirigir veio da combinação de vários elementos.  “Penso que as motivações de fazer um filme sempre passam ou pelo racional, ou pelas sensações, ou pelas emoções. Quando aceitei os dois convites de Rodrigo Teixeira, a minha motivação veio da mistura desses sentidos.”

Belmonte conta que os dois longas tiveram um processo bastante colaborativo, em especial por parte do elenco, o que resultou em muitas cenas surgindo a partir dos ensaios. “Essa sequência é um filme mais aberto, literalmente até, já que o primeiro se passava quase todo em um porão. Apesar de também ter momentos claustrofóbicos, ALEMÃO 2 mostra mais o que está ao redor, o lugar, as pessoas em volta do conflito. Também por isso, tivemos muito mais locações, maior número de personagens e, pelo menos, quatro cenas de ação bastante complexas.

O diretor também lembra de uma frase marcante do primeiro filme, dita pelo personagem de Antônio Fagundes: “Não há heroísmo na polícia”. Para Belmonte, essa é a ideia que permeia todo o segundo longa. “Há inteligência, estratégia, risco, entrega. Mas o heroísmo é uma fantasia perigosa. E uma das virtudes do roteiro do Thiago e do Marton é, respeitando o gênero, ir subvertendo as expectativas, dar umas viradas na história e, assim, problematizar a realidade, sem impor heroísmos.

Fora os novos personagens, Belmonte destaca a volta de Mariana – interpretada por Mariana Nunes – que traz a perspectiva da comunidade, e estabelece um elo com o primeiro filme. “Os dois filmes também me fizeram tentar compreender questões do país que, no Rio de Janeiro, são bastante emblemáticas: o abismo social, a violência entranhada no cotidiano, a nossa eterna crise de futuro.”

Foi um desafio e tanto fazer ALEMÃO 2, em um estado cada vez mais militarizado, um filme em que policiais atiram em uma comunidade. Minha preocupação como diretor em um filme de gênero foi ser diligente no que se conclui do que se mostra. Dar contexto”, conclui o cineasta.

O longa-metragem ALEMÃO 2 entra em cartaz em mais de 250 salas de cinema do Brasil a partir desta quinta-feira, 31 de março.

Sobre o filme
Um filme sobre o Brasil atual, “que vive em uma cultura de autoritarismo e violência”, define o diretor José Eduardo Belmonte, sobre ALEMÃO 2, sequência do sucesso de 2014, que chega aos cinemas de todo o país com distribuição Manequim Filmes, produção da RT Features, e coprodução Buena Vista International e Canal Brasil.

Foram sete anos da ideia à realização de ALEMÃO 2. Primeiro, levamos um tempo para definir o recorte da realidade seria recriado pela ficção. Como escrever um filme com a história sendo reescrita tão rapidamente? Foi demorado chegar a uma solução. Um dia, Rodrigo [Teixeira] me apresentou o conceito definitivo: começaríamos do zero. Nova trama, novos personagens. Ele também estabeleceu algumas premissas importantes: seria um filme de gênero, com personagens tentando sobreviver em território que se torna hostil e com dois inimigos que precisam fazer um pacto de sobrevivência”, explica o diretor.

Com roteiro de Thiago Brito e Marton Olympio (“Sequetro Relâmpago” e a série “Cidade dos Homens”), o longa traz novos personagens interpretados por Vladimir Brichta, Gabriel Leone e Leandra Leal, na pele de policiais civis, que têm a missão de capturar o traficante Soldado (Digão Ribeiro), que domina o morro depois da falência das UPPs – Unidade de Polícia Pacificadora. A trama se passa nove anos depois da ação militar que visava acabar com presença do tráfico no Complexo do Alemão. O elenco ainda inclui Mariana Nunes, Aline Borges e Dan Ferreira.

O primeiro filme ainda é muito relevante e atual, mas ALEMÃO 2 aprofunda ainda mais a discussão, e se aproxima novamente da realidade. O trabalho do Belmonte no original foi fundamental, por isso, não havia como ser outra pessoa para dirigir a sequência. Nossa sintonia foi ótima, e a prova disso é que foi um sucesso”, conta o produtor Rodrigo Teixeira.

Sinopse

No complexo do Alemão, o policial civil Machado e seus comandados, Ciro e Freitas, executam uma missão secreta: a prisão de um grande líder do tráfico de drogas. Supervisionados pela delegada Amanda e seguindo as pistas de um informante, a ação sofre uma emboscada. Foragidos, os policiais são caçados por traficantes. Enquanto isso, no centro de operações, Amanda conduz uma investigação sobre o ocorrido e orienta o grupo a sair do Alemão com vida.

Ficha Técnica

Direção: José Eduardo Belmonte

Roteiro: Marton Olympio e Thiago Brito

Elenco: Vladimir Brichta, Gabriel Leone, Leandra Leal, Aline Borges, Dan Ferreira, Digão Ribeiro, Zezé Motta, Mariana Nunes, Démick Lopes, Ricardo Gelli, Lucas Sapucahy, Alex Nader, Rafa Sieg

Produção: RT Features

Coprodução: Buena Vista International  e Canal Brasil

Produção executiva: Marília Garske e Mariana Coelho

Direção de produção: Flavia Rosa Borges e Sílvia Sobral

Fotografia: Fabrício Tadeu

Direção de arte: Ana Paula Cardoso

Som: Gabriela Bervian

Maquiagem: Luiz Gaia

Figurino: Kika Lopes

Montagem: Lucas Gonzaga e Bruno Lasevicius

Sound Design: Ricardo Cutz e Matheus Miguens, A3pS

Trilha Sonora Original: Zepedro Gollo

 

31.03.2022


Zezé Motta participa da Live Arte Negra, no Teatro Bradesco

O Teatro Bradesco apresentou nesta sexta (19), o especial “Arte Negra” em celebração ao mês da Consciência Negra. A live contou com Aílton Graça e Zezé Motta como mestres de cerimônia, além do show de Mahmundi, Péricles, Paula Lima, Seu Jorge e Majur, que celebraram a luta com muita música!

ACESSE AQUI https://www.youtube.com/watch?v=kR3Ukv_go4c

20.11.2021


Fotos! Zezé Motta e As Clarianas na II Mostra Elas em Cena – no CCSP

 

O show completo você confere aqui: https://www.youtube.com/watch?v=67Gz3WuRAQ8

03.11.2021


Filme “Doutor Gama” tem participação de Zezé Motta e data de estreia nos cinemas

Zezé Motta em Doutor Gama, Filme de Jeferson De. Foto de Pedro Iglesias Amaral

Zezé Motta em Doutor Gama, Filme de Jeferson De. | Foto: Pedro Iglesias Amaral

Em 21 de junho de 1830, nascia Luiz Gama, advogado considerado herói nacional por seu ativismo abolicionista no século 19. Em 2021, ele ganha homenagem em filme dirigido por Jeferson De (“M8: Quando a Morte Socorre a Vida”, “Correndo Atrás”, “Bróder”). “Doutor Gama” chega aos cinemas no dia 29 de julho e busca evidenciar a história deste nome para um Brasil.

Filho de uma africana liberta (Isabél Zuaa) e de um descendente português, Luiz Gama (César Mello) foi vendido aos 10 anos de idade por seu pai, para mercadores de homens escravizados e mandado para São Paulo. Na cidade, ele consegue a alforria ainda adolescente e aprende a ler de forma autodidata. Este interesse pela leitura abre diversas portas para o desenvolvimento do homem que se tornaria.

Ao longo de sua vida, Gama alforriou, por vias judiciais, centenas de vítimas da escravidão. Ele fazia uso das leis com conhecimento e precisão por meio de um documento que autorizava a prática do direito, dada pelo Poder Judiciário do Império. Sua missão era libertar e garantir o direito de pessoas em condições de escravidão, e exigir que as leis existentes no país fossem aplicadas.

No elenco, além de César Mello e Isabél Zuaa, estão Zezé Motta, Johnny Massaro, Mariana Nunes, Romeu Evaristo, Sidney Santiago, Dani Ornellas, Erom Cordeiro, Nelson Baskerville.

30.06.2021


Zezé Motta no filme 4×100 – Correndo Por um Sonho

Zezé Motta no filme 4x100 - Correndo Por um Sonho

Zezé Motta no filme 4x100 - Correndo Por um Sonho

Zezé Motta no filme 4x100 - Correndo Por um Sonho

Zezé Motta no filme 4x100 - Correndo Por um Sonho

4×100 – Correndo por um Sonho, filme com Thalita Carauta, foi  filmado antes da pandemia e chega dia 24 de junho nos cinemas. O filme conta ainda com os atores Augusto Madeira, Fernanda de Freitas, Zezé Motta e Kauê Telloli no elenco.

Após uma derrota no mundial de revezamento 4×100 marcar para sempre as vidas das atletas. Anos depois, Maria Lúcia, a culpada pela eliminação, segue brilhando no atletismo e na mídia, enquanto Adriana, que trabalhou duro na competição, vive frustrada de pequenas lutas de MMA. Agora, elas têm uma nova chance de reescrever suas histórias. Será que essa dupla conseguirá deixar suas desavenças de lado pelo grupo e provar que o atletismo feminino segue mais forte do que nunca?

O produtor Caio Gullane revela o porquê de apostar no atletismo: “Enxergamos uma grande potência narrativa pelo fato do 4×100 – Correndo por um Sonho ser uma das poucas categorias dessa modalidade esportiva que requer uma equipe muito unida e sincronizada e, para além, que conta com a passagem de bastão por todas as integrantes da equipe. Entendemos que esse ato em si, da passagem, acaba sendo muito cinematográfico: a necessidade de se trabalhar em grupo para alcançar o objetivo final. É bastante simbólico e há um espelhamento das características dessa categoria na própria dramaturgia: as protagonistas são guiadas por essa necessidade de deixar as diferenças de lado e se juntarem para ir atrás de um sonho em comum”.

Sabe quando você deseja atingir uma meta, quando toda a tensão se acumula antes da largada? O que mais une as pessoas: uma tragédia ou um sonho? Embarque nesse clima pré-competição no trailer (acima). O mesmo clima que domina os bastidores dos treinos das atletas Adriana (Thalita Carauta), Maria Lúcia (Fernanda Freitas), Rita (Roberta Alonso), Bia (Priscila Steinman) e Jaciara (Cintia Rosa). Nas Olimpíadas do Rio, elas perderam a chance de conquistar a medalha de ouro. E agora, anos depois, em Tóquio, como será?

Retomar os treinos não será fácil. A relação de Adriana e Lúcia está abalada, e cada uma segue uma trajetória diferente. Mas um novo desafio, a competição de 2021, em Tóquio, as reúne, frente a frente, para tentar provar que o sonho é mais forte que a tragédia. O filme retrata sonhos compartilhados entre um grupo de mulheres que dedicam sua vida ao esporte.

O produtor Caio Gullane revela o porquê de apostar no atletismo: “Enxergamos uma grande potência narrativa pelo fato do 4×100 ser uma das poucas categorias dessa modalidade esportiva que requer uma equipe muito unida e sincronizada e, para além, que conta com a passagem de bastão por todas as integrantes da equipe. Entendemos que esse ato em si, da passagem, acaba sendo muito cinematográfico: a necessidade de se trabalhar em grupo para alcançar o objetivo final. É bastante simbólico e há um espelhamento das características dessa categoria na própria dramaturgia: as protagonistas são guiadas por essa necessidade de deixar as diferenças de lado e se juntarem para ir atrás de um sonho em comum”.

A direção é de Tomas Portella, que já assinou como diretor os longas “Qualquer Gato Vira-Lata” (2011) e “Desculpe o Transtorno” (2016) e foi diretor assistente nas produções “O Incrível Hulk” (2008) e “Meu Nome não é Johnny” (2008). A atriz Roberta Alonso assina também o argumento e é coprodutora. O filme conta ainda com os atores Augusto Madeira e Kauê Telloli no elenco. O longa-metragem é uma produção da Gullane, com coprodução da Globo Filmes, do Telecine e da RAM, e distribuição da Imovision.

Sinopse

Uma derrota do time de revezamento 4×100 nas Olimpíadas do Rio marca para sempre as vidas das atletas. Anos depois, Maria Lúcia, a culpada pela eliminação, segue brilhando no atletismo e na mídia, enquanto Adriana, que trabalhou duro na competição, vive frustrada de pequenas lutas de MMA. Agora, elas têm uma nova chance de reescrever suas histórias. Será que essa dupla conseguirá deixar suas desavenças de lado pelo grupo e provar que o atletismo feminino segue mais forte do que nunca?

Elenco: Thalita Carauta (Adriana), Fernanda de Freitas (Maria Lúcia), Roberta Alonso (Rita), Priscila Steinman (Bia), Cintia Rosa (Jaciara), Augusto Madeira (Victor) e Kauê Telloli (Caio)

Ficha técnica

Roteiro: Carlos Cortez, Caroline Fioratti, Juliana Soares, L.G. Bayão, Mauro Lima e Tomas Portella

Direção: Tomas Portella

Direção de Fotografia: Pedro J. Márquez

Direção de Arte: Claudio Amaral Peixoto

Montagem: Bruno Lasevicius

Direção de Produção: Fernando Lira

Produção de Elenco: Alessandra Tosi

Figurino: Gabriela Campos

Caracterização: Patrícia Martinelli

Música Original: Supersonica

Som Direto: Luciano Raposo

Supervisão de Som e Mixagem: Miriam Biderman

Desenho de Som e Mixagem: Ricardo Reis, ABC

Supervisão de Efeitos Visuais: Eduardo Schaal, Guilherme Ramalho e Hugo Gurgel

Supervisão de Pós-produção: Patrícia Nelly

Produção Executiva: Ana Saito, Claudia Büschel, Daniela Antonelli Aun, Gabriela Tocchio, Pablo Torrecillas e Rodrigo Castellar

Produzido por: Caio Gullane, Fabiano Gullane, André Novis e Debora Ivanov

Coproduzido por: Roberta Alonso

Produtores Associados: José Alvarenga Jr., Paulo Vilhena e Jean Thomas Bernardini

Produção Associada: Imagens do Brasil

Coprodução: Globo Filmes, Telecine e RAM

Produção: Gullane

Distribuição Brasil: Imovision

Sobre a Gullane

A Gullane é uma das maiores produtoras e incentivadoras do mercado audiovisual brasileiro, além de uma das principais exportadoras de obras independentes. Fundada em 1996 pelos irmãos Caio Gullane e Fabiano Gullane, já soma em seu catálogo mais de 50 filmes lançados com destaque no cinema nacional e no exterior e 30 séries para televisão e plataformas digitais.

Entre os filmes e séries de destaque estão “Carandiru”, “Bicho de Sete Cabeças”, “O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias”; a franquia “Até que a Sorte nos Separe”; “Que Horas ela Volta?”, “Como Nossos Pais”, “Bingo – o Rei das Manhãs”; as séries “Alice” e “Hard” (HBO), “Unidade Básica – 1a e 2a temporada” (Universal Canal), “Carcereiros” (Globoplay), “Irmãos Freitas” (Space e Amazon Prime), “Ninguém Tá Olhando” e “Boca a Boca” (Netflix). Já coleciona mais de 500 prêmios e seleções em importantes festivais de cinema e televisão do Brasil e do mundo como Mostra de Cinema, Festival do Rio, Cannes, Veneza, Berlim, Sundance, Toronto, MIPTV e Emmy.

Sobre a Globo Filmes

Criada em 1998, a Globo Filmes atua como coprodutora de conteúdo multiplataforma com o propósito de fortalecer a indústria audiovisual nacional. Participou de mais de 300 filmes, levando ao público o que há de melhor do cinema brasileiro. Comédias, romances, documentários, infantis, dramas, aventuras: a aposta é na diversidade de obras que valorizem a cultura brasileira.

Fazem parte de sua filmografia recordistas de bilheteria, como ‘Tropa de Elite 2’ e ‘Minha Mãe é uma Peça 3’ – ambos com mais de 11 milhões de espectadores –, sucessos de crítica como ‘2 Filhos de Francisco’, ‘Aquarius’, ‘Que Horas Ela Volta?’, ‘O Palhaço’ e ‘Carandiru’, até longas premiados no Brasil e no exterior, como ‘Cidade de Deus’ – com quatro indicações ao Oscar – e ‘Bacurau’, que recebeu o prêmio do Júri no Festival de Cannes.

Sobre o Telecine

Telecine é um hub de cinema. Joint venture da Globo e dos maiores estúdios de Hollywood, reúne mais de 2000 filmes, dos mais variados gêneros, selecionados a partir de uma curadoria especializada e comprometida, que alia tecnologia e inovação para promover a melhor experiência. Pela internet, a plataforma de streaming é a única dedicada exclusivamente ao cinema. Lançamentos exclusivos e clássicos de grandes estúdios de Hollywood, nacionais e do mercado independente compõem o acervo mais completo de filmes. Líder de audiência na TV paga no Brasil, reúne em seis canais lineares segmentados por gêneros as produções que o público quer ver. Pela internet ou na TV, Telecine proporciona o seu momento cinema quando e onde você quiser. Acesse telecine.com.br.

Sobre a Imovision

Presente no Brasil há 30 anos, a Imovision vem se consolidando como uma das maiores incentivadoras do melhor cinema mundial na América Latina, tendo lançado mais de 500 filmes no Brasil. Criada pelo empresário Jean Thomas Bernardini, a distribuidora tem em seu catálogo, realizações de consagrados diretores estrangeiros e brasileiros, e filmes premiados nos mais prestigiados festivais de cinema do mundo, como Cannes, Veneza e Berlim. Mantendo seu foco em títulos de qualidade, a Imovision fortificou o cinema francês no Brasil e foi a responsável por introduzir cinematografias raras e movimentos internacionais expressivos no país, como o Movimento Dogma 95 e o Cinema Iraniano.

 

04.06.2021