Cultura

Zezé Motta é a homenageada do FIM – Festival Internacional de Mulheres no Cinema

É com grande prazer que em nome da Casa Redonda, da Associação Cultural Kinoforum, da Avon, do Sesc São Paulo convidamos para a cerimonia de abertura do FIM – Festival Internacional de Mulheres no Cinema a realizar-se no dia 04 de julho de 2018 às 19h30 no Cinesesc em São Paulo.

Zezé Motta FIMCINE

03.07.2018


Zezé Motta por Andre Niemeyer:

Obra que já foi exposta em São Paulo passeia agora por Paris. Linda homenagem de um artista para outro.

25.06.2018


Chegou o FIM! Festival Internacional de Mulheres no Audiovisual

Zezé Motta homenageada do Festival Internacional de Mulheres no Cinema

É com prazer que Casa Redonda e Kinoforum anunciam a primeira edição do FIM – Festival Internacional de Mulheres no Cinema.

A sigla FIM não surge por acaso. O Festival quer o fim da sub-representatividade feminina no cinema, estimulando o começo de um novo ciclo com maior espaço para as mulheres de todas as etnias e de diferentes regiões do Brasil e do mundo.

Trazendo a atriz Zezé Motta como homenageada dessa edição, o Festival apresenta mostras competitivas nacional e internacional de longas-metragens, exclusivamente dirigidos por mulheres, mostras especiais e ações de formação e debate que fortalecem o protagonismo feminino nas telas e atrás das câmeras.

As sessões do FIM acontecem no Cinesesc e no Espaço de Cinema Itaú – Augusta. Convidamos você a conferir a seleção de filmes e as talentosas diretoras apresentadas nesta primeira edição.

4 a 11 de julho
São Paulo / SP

Confira a programação completa no site:
www.fimcine.com.br


Zezé Motta em obra de Bia Ferreira

Zezé Motta em obra de Bia Ferreira

“ZEZÉ MOTTA-Senhora Liberdade” – Obra da Artista e poeta Bia Ferreira – Trabalho em óleo e mista sobre tela, com dimensão: 80x60cm, ano 2018. A obra criada por Bia Ferreira, retrata a grande atriz brasileira Zezé Motta, resgatando na técnica mista e óleo sobre tela, um pouco da trajetória desta importante ícone da teledramaturgia brasileira.
Maria José Motta de Oliveira, conhecida como Zezé Motta, é considerada uma das atrizes mais importantes da Teledramaturgia brasileira. Começou a carreira em 1967, estrelando a peça “Roda-Viva” de Chico Buarque. Em 1969 atuou em “Fígaro, fígaro”, “Arena canta Zumbi” e “A Vida escrachada de Joana Martini e Baby Stompanato”. Em 1974, atuou em “Godspell” e em 1999 participou do filme “Orfeu”. A carreira de cantora teve início em 1971, em casas noturnas paulistas. De 1975 a 1979, lançou três LPs. Nos anos 1980, lançou mais 03 discos. Como cantora destacou-se com a música “Senhora Liberdade”. Ganhou vários prêmios pela atuação no cinema e na televisão, mas seu ápice foi desempenhando o papel de “Chica da Silva”, tanto no cinema, como, mais tarde, na televisão. Além disso, participa esporadicamente de discussões sobre o papel dos negros na teledramaturgia.

 

Serviço:
Exposição “A Contribuição Histórica da Mulher Negra no Brasil”
De: 13/05 a 14/06/2018 – Horário Livre
Local: Espaço Cultural IPO
Endereço: Rua Goiás, 60 – Água Verde
Térreo
41 – 3314-1500
Curitiba-PR
Entrada franca

07.06.2018


Zezé Motta estreia o show ‘O Samba Mandou Me Chamar’ no Theatro Net Rio, em Copacabana:

Dhu Moraes e Antônio Pitanga | Foto: Mariama Prieto

Zezé Motta e Joana | Foto: Mariama Prieto

Carlinhos de Jesus | Foto: Mariama Prieto

Henri Pagnoncelli e Teresa Frota | Foto: Mariama Prieto

Julita Machado e Andrea Raw | Foto: Mariama Prieto

Lica Oliveira | Foto: Mariama Prieto

Marcus Montenegro e Zezé Motta | Foto: Mariama Prieto

Antônio Pitanga, Zezé Motta e Benedita da Silva | Foto: Mariama Prieto

Rosamaria Murtinho e Zezé Motta | Foto: Mariama Prieto

Ruth de Souza | Foto: Mariama Prieto

Zezé Motta no show O Samba Mandou Me Chamar | Foto: Mariama Prieto

Zezé Motta no show O Samba Mandou Me Chamar | Foto: Mariama Prieto

Zezé Motta no show O Samba Mandou Me Chamar | Foto: Mariama Prieto

Zezé Motta no show O Samba Mandou Me Chamar | Foto: Mariama Prieto

Vinicius Belo, Zezé Motta e Karina Alaor | Foto: Mariama Prieto

O promoter Vinicius Belo | Foto: Mariama Prieto

Zezé Motta e Cacau Hygino | Foto: Mariama Prieto

Zezé Motta e Ruth de Souza | Foto: Mariama Prieto

Zezé Motta e a fotógrafa Thereza Eugênia | Foto: Mariama Prieto

Zezé Motta com a sobrinha Érica Prado e amigas | Foto: Mariama Prieto

Zezé Motta com a filha Cíntia | Foto: Mariama Prietoez

03.05.2018


Zezé Motta é a grande homenageada na sexta edição da mostra Tiradentes em Cena

Zezé Motta

No ano em que a Mostra de Artes Cênicas Tiradentes em Cena apresenta a LIBERDADE como temática do evento, nada mais emblemático do que homenagear uma grande artista que há 60 anos transita entre todas as artes com grande destaque e talento. Seja no cinema, nos palcos ou na música, Zezé Motta sempre foi um símbolo de resistência e vanguarda.

– É uma grande honra poder falar de liberdade e ainda por cima homenagear uma pessoa que sempre foi à frente de seu tempo e se posicionou como mulher, negra, artista e cidadã. É uma voz que ecoa o significado de liberdade em todas as instâncias – conta Aline Garcia, idealizadora do Tiradentes em Cena.

Até o dia 12 de maio, a bela cidade mineira será palco para mais de 20 espetáculos teatrais, além de performances, rodas de conversa, oficinas, peças infantis, exposição e shows. Uma mostra que explora a apresentação em espaços alternativos e coloca a cidade de Tiradentes na rota das artes cênicas no país. Um espaço livre para a reflexão e apresentação de todos os gêneros teatrais e que proporciona o intercâmbio de artistas e suas linguagens.

Programação diversificada para todas as idades durante nove dias

Somos de fato livres? Liberdade se resume em ter o livre arbítrio para decidir o que quiser de forma independente ou é algo ainda mais subjetivo? Onde a liberdade e a responsabilidade se cruzam? Liberdade de expressão, liberdade de pensamento, liberdade religiosa, liberdade de criação, liberdade de escolha. E você como usa sua liberdade? De maneira geral, a liberdade de indivíduos ou grupos sempre sugere, ou tem a possibilidade de implicar, a limitação da liberdade de outros. Esses e outros questionamentos em relação à liberdade estarão presentes durante todo o evento, não só em cena, como também fora dela.

A abertura acontece no dia 4 de maio, sexta-feira, com uma apresentação inédita da bailarina Morena Nascimento. Nascida em Minas, filha de bailarinos, Morena iniciou a carreira no grupo Primeiro Ato, integrou a companhia da grande bailarina alemã Pina Bausch e firmou-se como um dos principais expoentes da nova geração da dança contemporânea.

– Quero dizer primeiro da minha felicidade em concretizar esse sonho de dançar em Tiradentes, cidade que faz parte do meu inventário emotivo, psíquico, que me conecta com minhas memórias mais emblemáticas de infância com meu pai e me aproxima da minha essência bicho do mato. Agradeço o convite e digo que terei um enorme prazer em contribuir com o festival – diz Morena Nascimento.

A programação inclui um cortejo que celebrará os 300 anos desde quando Tiradentes foi elevado à categoria de vila e fará uma representação do batizado de Bárbara Heliodora, considerada a primeira poeta brasileira, revolucionária e casada com o poeta, advogado e inconfidente Alvarenga Peixoto. O ator Julio Adrião fará uma dobradinha inédita no festival, apresentando o premiado espetáculo A Descoberta das Américas e a estreia nacional de Urbana.  A criançada poderá se divertir com o musical infantil Chapeuzinho Vermelho, enquanto o público adulto assistirá a espetáculos como Trombo, Negro Conta e apresentação musical de Zezé Motta com o show Divina Saudade.

A mostra receberá grandes nomes do teatro, como ator Tonico Pereira, comemorando 50 anos de carreira com seu primeiro monólogo O Julgamento de Sócrates; Fabiano Persi encena o animado Sapato Bicolor, narrando a história da Soul Music pelo olhar de um engraxate; Fabio Schmidt leva para o Tiradentes em Cena sua performance em homenagem ao ídolo Freddie Mercury, líder da Banda Queen, Freddie Rock Star; O diretor mineiro Pedro Paulo Cava apresenta a comédia de casal Intimidade Indecente; O ator Dinho Lima apresenta o sensível espetáculo Ledores do Breu; Alexandre Lino encena seu novo espetáculo O Porteiro, mais um grito libertário dos excluídos em forma de comédia teatral documental.

Rodas de conversa, oficinas, residência artística e projeto de continuidade

Uma das iniciativas que abrilhantaram a mostra no ano passado, as rodas de conversa em parceria com o Sesc Minas, estará presente novamente durante todo o evento. Corpo e Liberdade; Teatro e Resistência; A representatividade da mulher negra nas artes cênicas: diálogos e liberdade serão os temas apresentados com participantes que estão na programação da mostra.

A jornalista cultural Carolina Braga ministra a oficina Crítica na Prática. A partir de fundamentos teóricos do jornalismo cultural e da crítica de teatro, a oficina propõe uma experiência prática voltada para a análise de obras teatrais, redação, edição e publicação do material produzido no site e redes sociais do Tiradentes em Cena.

Uma iniciativa inédita para 2018, e muito sonhada pela equipe do Tiradentes em Cena, é a parceria com o grupo Teatro da Pedra, residente em Tiradentes. Além de fomentar a manutenção das aulas para jovens estudantes durante todo o ano, a mostra promoverá encontros com profissionais da área teatral que culminará em uma montagem de um espetáculo a ser apresentado no Tiradentes em Cena em 2019.

A exemplo de alguns festivais europeus, o Tiradentes em Cena, em co-produção com a Spasso Escola de Circo,  fará uma residência artística durante toda a mostra, recebendo artistas de várias regiões, que juntos, proporão a montagem de um novo espetáculo. A residência estará aberta para visitas durante toda a mostra e será um núcleo do livre pensamento e de experimentação.

Cenas Curtas chega à terceira edição

Pelo terceiro ano consecutivo, o Tiradentes em Cena promove um festival de cenas curtas durante a mostra. Grupos e artistas da região poderão inscrever cenas com temática livre de até 10 minutos que serão apresentadas no dia 9 de maio no teatro municipal de São João del Rei. As três melhores cenas, além de receberem premiação em dinheiro, serão apresentadas no último dia da mostra, 12 de maio, no Sesi – Centro Cultural Yves Alves.

A Mostra de Teatro Tiradentes em Cena é realizada com os benefícios da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais e conta com o patrocínio da Cemig e parceria cultural com o SESC Minas.

Tiradentes em Cena

De 4 a 12 de maio

www.tiradentesemcena.com.br

 

26.04.2018