Cultura

Zezé Motta na segunda temporada de 3%, série da Netflix – Coluna Patrícia Kogut – O Globo:

Zezé Motta em 3%, na Netflix

15.05.2017


Zezé Motta conduz cerimônia de relançamento do Projeto Pixinguinha

Zezé Motta | Foto: Diego Mendes

A Fundação Nacional de Artes – Funarte e o Ministério da Cultura apresentaram, no dia 26 de abril, quarta-feira, o novo Projeto Pixinguinha. O anúncio foi realizado no Teatro Dulcina – espaço da entidade no Rio de Janeiro –, com apresentação, para convidados, de Moraes Moreira e o grupo A Cor do Som, entre outras atrações a noite rememorou o show histórico que os dois fizeram, em 1978, pelo Projeto, que marca os 40 anos da iniciativa da Funarte.

O evento teve um emocionante tom de tributo aos 120 anos do nascimento de Pixinguinha. Karen Mesquita e Cícero Gomes – do corpo de primeiros bailarinos do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, realizaram uma coreografia, ao som de Carinhoso, criada especialmente por Regina Sauer para a mais famosa obra do homenageado – composta entre 1916 e 1917, com letra de Braguinha – . A atriz e cantora Zezé Motta,condutora da cerimônia, apresentou a nova versão do projeto. Ela abriu a programação homenageando todos os artistas, na pessoa de Pixinguinha: “Alfredo da Rocha Vianna Filho… Mestre no maxixe, no samba, na valsa e no choro! Santo Pixinguinha, das magias do sax e da flauta…”, lembrou. “Quarenta anos do Pixinguinha! Que projeto maravilhoso… “Tenho certeza que estamos todos muito emocionados com a volta deste projeto, que revelou tantos talentos… Hoje a Funarte o faz renascer, numa nova fase, a percorrer o Brasil… Com músicos de todas as regiões…”, disse Zezé Motta.

Entre os presentes estavam ainda: Jaluza Barcellos, Mariane de Castro, Antônio Pitanga, Toninho Gerais, Haroldo Costa e Nilze Carvalho, entre outros artistas, professores e pesquisadores de música, numa platéia repleta.

A atriz explicou que a programação de espetáculos do novo formato ocorrerá entre os meses de maio e novembro de 2017. E que serão, no total, 60 espetáculos, distribuídos por 60 cidades das cinco regiões do país, realizados por 15 duplas de artistas. “Elas vão reunir um músico renomado e um mais novo – este associado à região onde os espetáculos vão acontecer – . Cada dupla apresentará quatro espetáculos, em quatro cidades, em uma região determinada. Os artistas serão selecionados por uma comissão de curadoria”, anunciou Zezé Motta – que também cantou músicas como Minha missão, de Mariene de Castro.

Todos os integrantes a comissão de curadoria estavam presentes na plateia. Vindos de vários estados, eles vieram ao Rio para a primeira reunião do grupo, na sede da Funarte, com o diretor do Centro da Música da casa (setor responsável pelo projeto), o gestor cultural, músico e produtor Marcos Souza.

O projeto Pixinguinha foi lançado em 1977, mesmo ano de fundação da Funarte, inspirado na série de shows Seis e Meia (que, desde 1976 lotava o Teatro João Caetano, no Centro do Rio de Janeiro, com espetáculos às 18h30 e ingressos a preços populares). Por meio da iniciativa, diversas cidades brasileiras puderam assistir a grandes artistas da música popular, como os veteranos Cartola, Jackson do Pandeiro e Marlene, os então iniciantes Marina Lima, Djavan e Zizi Possi e ainda Edu Lobo, João Bosco, Nara Leão, Paulinho da Viola, Alceu Valença e muitos outros.

04.05.2017


Sob Pressão, na Globo

Zezé Motta em Sob Pressão, O Globo, Kogut

 

A série é baseada no filme homônimo do querido Andrucha Waddington!

17.04.2017


Oxum: Encerramento à altura da temporada 1978 do Projeto Pixinguinha

Em 1978, a bossa-nova comemorava 20 anos de seu marco inicial (o lançamento de Chega de Saudade, por João Gilberto) quando um dos precursores do gênero musical foi escalado para viajar em turnê com o Projeto Pixinguinha: o brilhante pianista, cantor e compositor Johnny Alf. Ao seu lado, fui escalada no auge de um sucesso cinematográfico (interpretando a protagonista do filme Xica da Silva, 1976), completava dez anos de carreira – minha estreia foi em 1968, em Roda Viva, de Chico Buarque, com direção de José Celso Martinez Correa. Também foi em 1978 que lancei o meu 1• disco solo, com um repertório eclético que serviria de base para minhas apresentações no Pixinguinha: Trocando em Miúdos (Chico Buarque e Francis Hime), Babá Alapalá (Gil), Magrelinha e Dores de Amores (Luiz Melodia). Já Johnny Alf, que dividia comigo a interpretação de Eu e a Brisa e Ilusão à Toa, aproveitou a turnê para apresentar em primeira mão duas músicas do LP Desbunde Total, que lançaria ainda naquele ano: Anunciação e Oxum. E era justamente a homenagem ao orixá feminino dos rios e cachoeiras que abria e encerrava o espetáculo, numa escolha que não era sem motivo, como conta o jornal Província do Pará, na edição de 21 de nov de 1978: “Muito antes de iniciar o Projeto Pixinguinha, alguém disse que ele iria trabalhar com uma pessoa de Oxum. Não deu outra: Zezé é filha de Oxum.” Na mesma matéria, Johnny (também filho de Oxum) atribuía à deusa africana parte do sucesso do espetáculo que, dirigido por Arthur Laranjeira. Quanto a Zezé, a Província do Pará ressaltava que o sucesso estrondoso de Xica da Silva não lhe subiu à cabeça: “Seus gestos são os mesmos da menina simples de Campos, e sua maneira direta de dizer as coisas mostra toda a estrutura de artista e mulher madura, muito atenta e preocupada com os problemas do mundo.” Já o jornal O Povo, de Fortaleza, conta que “os momentos frenéticos do espetáculo ficam por conta de Zezé, que demonstra uma incansável doação artística, unindo sua fabulosa voz à contagiante expressão corporal”. Com excelente público (16.431 espectadores) e muitos elogios da crítica especializada, o encontro do “canário bossa-noveiro” com a “maravilha-cantante” – expressões usadas por Nelson Motta em sua coluna no jornal O Globo (out de 78) – foi um encerramento à altura da temporada 1978 do Projeto Pixinguinha.

 

01.02.2017


Zezé Motta recebe homenagem no Senado Federal

Zezé Motta - Senado entrega Comenda Abdias Nascimento

O Senado homenageou nesta quinta-feira (24) personalidades que contribuíram para a promoção da cultura afro-brasileira. A entrega da Comenda Abdias Nascimento, realizada no Plenário da Casa, foi marcada por discursos em defesa da luta contra o racismo e pela inclusão de negros nas universidades, no mercado de trabalho e na política. O senador Paulo Paim (PT-RS) presidiu a sessão.

Foram homenageados o cantor Lazzo Matumbi, o Instituto de Mulheres Negras de Mato Grosso — o Imune, a atriz e cantora Zezé Motta, representada por seu assessor de imprensa Vinícius Belo e, in memoriam, o percussionista Naná Vasconcelos, que faleceu neste ano.

A comenda também seria entregue ao ator Lázaro Ramos, que recusou a homenagem por uma questão política. Durante a solenidade, a senadora Lídice da Mata (PSB-BA) afirmou que é fundamental reconhecer a importância dos negros para a formação da cultura brasileira.

24.11.2016


Zezé Motta participa da gravação do samba dos Acadêmicos do Sossego

Zeze Motta | Gres Acadêmicos do Sossego

A cantora e atriz Zezé Motta foi a grande atração da gravação do samba dos Acadêmicos do Sossego, realizada na tarde dessa segunda (12), no estúdio Visom Digital, em São Conrado. Zezé, que é o enredo da escola, participa da faixa, que foi gravada pelo intérprete oficial Leandro Santos.

12.09.2016