Retratos da minha vida

Fotos: Zezé Motta homenageada no Festival FIM

Zezé Motta

Zezé Motta

Zezé Motta

Zezé Motta

Zezé Motta e Minom Pinho

Zezé Motta e Minom Pinho

Zezé Motta e Minom Pinho

Zezé Motta e Minom Pinho

Zezé Motta e Adriana Couto

Zezé Motta e Adriana Couto

Zezé Motta e Adriana Couto

Zezé Motta e Adriana Couto

Zezé Motta

Zezé Motta

Zezé Motta

Zezé Motta

Zezé Motta e com a afilhada Nina Morena

Zezé Motta e com a afilhada Nina Morena

Zezé Motta e com a afilhada Nina Morena

Zezé Motta e com a afilhada Nina Morena

Zezé Motta

Zezé Motta

Zezé Motta e com a afilhada Nina Morena

Zezé Motta e com a afilhada Nina Morena

Zezé Motta

Zezé Motta

Zezé Motta e Patrick Leblanc

Zezé Motta e Patrick Leblanc

Zezé Motta e Vinicius Belo

Zezé Motta e Vinicius Belo

Sofia Carvolhosa e Renata Martins

Sofia Carvolhosa e Renata Martins

Debora Ivanov e Zezé Motta

Debora Ivanov e Zezé Motta

Uma homenagem à atriz Zezé Motta e a exibição do primeiro longa-metragem de Elisa Bracher marcaram a abertura da primeira edição do FIM – Festival Internacional de Mulheres no Cinema. A cerimônia, realizada no Cinesesc em São Paulo (SP), contou com a presença de profissionais de diferentes áreas do audiovisual brasileiro e deu início à programação focada no protagonismo feminino que fica em cartaz na capital paulista até o dia 11 de julho.

Um dos maiores nomes do cinema nacional, Zezé foi ovacionada ao subir ao palco. “Muitos jornalistas me perguntaram como é receber esta homenagem, como estou me sentindo. E não dá para definir em uma palavra ou uma frase. Estou feliz, alegre, emocionada”, afirmou a atriz, antes de arrepiar a plateia cantando versos de “Minha Missão”, música de João Nogueira e Paulo Cesar Pinheiro.

Mestre de cerimônias da abertura, a jornalista e apresentadora Adriana Couto destacou as diferentes mostras e as 29 diretoras com filmes no festival. A gerente de ação cultural do Sesc São Paulo, Rosana Cunha, destacou o programa formativo do FIM, que será realizado no Centro de Pesquisa e Formação da entidade. “Teremos uma semana muito produtiva para que todos possam, juntos, construir novos caminhos”, comentou.

A diretora da Agência Nacional do Cinema (Ancine), Debora Ivanov, ressaltou os alarmantes números relativos à participação feminina no audiovisual. Em 2017, apenas 16% dos filmes brasileiros lançados nos cinemas foram dirigidos por mulheres, e nenhuma delas negra. “Conto com todos vocês, pois só juntos vamos conseguir dar fim a essa desigualdade”, disse.

A idealizadora e diretora-geral do FIM, Minom Pinho, contou que números como estes motivaram a criação do festival. Afirmou, também, que a igualdade de gênero e raça só tornará ainda mais rico o imaginário construído pelo audiovisual. “O espaço das mulheres deve ser todos os espaços, todas as telas”, considerou.

Depois dos discursos, o público pôde assistir ao filme de abertura do FIM, “Que Língua Você Fala? Primeiro longa-metragem de Elisa Bracher, conhecida pela consolidada carreira nas artes plásticas. Por meio de depoimentos, a produção aborda o enfrentamento e a adaptação a uma nova língua e cultura, algo que a diretora também relacionou à igualdade de gênero. “Talvez existam questões de linguagem que a gente tenha de entender”, afirmou. “Precisamos conseguir falar com o maior número de pessoas.”

A cerimônia de abertura foi realizada após um intenso dia de discussões sobre a mulher no cinema que aconteceram no próprio Cinesesc, palco da segunda edição do Seminário Internacional Mulheres do Audiovisual. Realizado pela Ancine de forma concomitante ao FIM, o evento promoveu a assinatura de um Pacto Anti-Assédio para o setor audiovisual e contou com a participação de convidadas nacionais e estrangeiras, incluindo as americanas Fanshen Cox DiGiovanni, uma das criadoras da cláusula por diversidade nos sets conhecida como “inclusion rider”, e Mercedes Cooper, diretora de marketing da ARRAY, empresa criada pela cineasta Ava DuVernay.

O FIM é uma iniciativa da Casa Redonda realizada em parceria com a Associação Cultural Kinoforum, com o apoio do Sesc São Paulo e do Grupo Mulheres do Audiovisual Brasil. É patrocinado pela Avon por meio do FAMA – Fundo Avon de Mulheres no Audiovisual, iniciativa da empresa com foco na equidade de gêneros no setor audiovisual brasileiro.

04.07.2018


A coluna de Marina Caruso no O Globo conta detalhes sobre a biografia de Zezé Motta escrita por Cacau Hygino, para celebrar os 50 anos de carreira da Diva, confira:

Zezé Motta na coluna Marina Caruso - O Globo

25.06.2018


Fotos: Zezé Motta lança “O Samba Mandou me Chamar” no Imperator

Zezé Motta em O Samba Mandou Me Chamar, no Imperator Zezé Motta em O Samba Mandou Me Chamar, no Imperator Zezé Motta em O Samba Mandou Me Chamar, no Imperator Zezé Motta em O Samba Mandou Me Chamar, no Imperator Zezé Motta em O Samba Mandou Me Chamar, no Imperator Zezé Motta em O Samba Mandou Me Chamar, no Imperator Zezé Motta em O Samba Mandou Me Chamar, no Imperator Zezé Motta em O Samba Mandou Me Chamar, no Imperator Zezé Motta em O Samba Mandou Me Chamar, no Imperator Zezé Motta em O Samba Mandou Me Chamar, no Imperator

Fotos: Marcelo Castelo Branco

21.06.2018


Zezé Motta em obra de Bia Ferreira

Zezé Motta em obra de Bia Ferreira

“ZEZÉ MOTTA-Senhora Liberdade” – Obra da Artista e poeta Bia Ferreira – Trabalho em óleo e mista sobre tela, com dimensão: 80x60cm, ano 2018. A obra criada por Bia Ferreira, retrata a grande atriz brasileira Zezé Motta, resgatando na técnica mista e óleo sobre tela, um pouco da trajetória desta importante ícone da teledramaturgia brasileira.
Maria José Motta de Oliveira, conhecida como Zezé Motta, é considerada uma das atrizes mais importantes da Teledramaturgia brasileira. Começou a carreira em 1967, estrelando a peça “Roda-Viva” de Chico Buarque. Em 1969 atuou em “Fígaro, fígaro”, “Arena canta Zumbi” e “A Vida escrachada de Joana Martini e Baby Stompanato”. Em 1974, atuou em “Godspell” e em 1999 participou do filme “Orfeu”. A carreira de cantora teve início em 1971, em casas noturnas paulistas. De 1975 a 1979, lançou três LPs. Nos anos 1980, lançou mais 03 discos. Como cantora destacou-se com a música “Senhora Liberdade”. Ganhou vários prêmios pela atuação no cinema e na televisão, mas seu ápice foi desempenhando o papel de “Chica da Silva”, tanto no cinema, como, mais tarde, na televisão. Além disso, participa esporadicamente de discussões sobre o papel dos negros na teledramaturgia.

 

Serviço:
Exposição “A Contribuição Histórica da Mulher Negra no Brasil”
De: 13/05 a 14/06/2018 – Horário Livre
Local: Espaço Cultural IPO
Endereço: Rua Goiás, 60 – Água Verde
Térreo
41 – 3314-1500
Curitiba-PR
Entrada franca

07.06.2018


Zezé Motta por Nana Moraes:

Zezé Motta | Foto: Nana Moraes

30.05.2018


Zezé Motta na Revista ELA – O Globo:

Revista Ela. O Globo. Zeze Motta Revista Ela. O Globo. Zeze Motta Revista Ela. O Globo. Zeze Motta

15.05.2018