Ecoe Essas Vozes – ACNUR

Em muitas sociedades, mulheres e meninas sofrem, diariamente, discriminação e e violência devido ao seu gênero. Uma tarefa comum como pegar água ou ir ao banheiro pode colocá-las sob o risco de violência, estupro ou abuso. Em tempos de deslocamento forçado recorde no mundo, esse problema se multiplica. 

Metade das mais de 82 milhões de pessoas que foram forçadas a se deslocar são mulheres e meninas que, sem a proteção de seus governos ou famílias, encontram-se frequentemente em situações de vulnerabilidade. Grávidas, chefes de família, deficientes, idosas ou desacompanhadas ficam ainda mais expostas.

O objetivo do movimento #EcoeEssasVozes é informar sobre a dura realidade das mulheres e crianças refugiadas e ressaltar a importância de elas terem seus direitos assegurados, com a chance de construir novos futuros em qualquer lugar.

São pessoas que, muitas vezes, não podem mostrar seu rosto, mas cujas histórias precisam ser ouvidas. Ao ecoar as vozes de mulheres refugiadas, podemos ouvir suas demandas e ajudar a transformar suas realidades, combatendo a xenofobia, a discriminação e a desinformação.

Por meio de áudios narrados em primeira pessoa, a campanha pretende relatar como é viver em uma situação de refúgio, tendo que deixar sua vida para trás para fugir de conflitos, perseguições, violações de direitos humanos, com o agravante de estarem  expostas às diversas situações de violência de gênero.

Para garantir que essas pessoas recebam ajuda emergencial, tenham seus direitos assegurados e possam construir futuros melhores para si e suas famílias, existem organizações como a Agência da ONU para Refugiados, o ACNUR, que há 71 anos apoia pessoas forçadas a se deslocar no mundo todo.

Para saber mais:

Todos os áudios, assim como detalhamento sobre o contexto por trás das histórias e grandes números do deslocamento forçado no mundo, estão reunidos na página da campanha: mulheresrefugiadas.org

O trabalho do ACNUR de proteção às pessoas refugiadas é mantido por contribuições voluntárias de países e por doações de empresas e pessoas físicas. Para apoiar mulheres refugiadas com qualquer valor, basta acessar: doar.acnur.org/refugiadas