Zezé Motta participa do programa Todo Seu, da TV Gazeta:

Zezé Motta e Ronnie Von

Zezé Motta e Ronnie Von

Zezé Motta e Ricardo Mac Cord

Zezé Motta e Ricardo Mac Cord

19.11.2018


Agenda Zezé Motta: Novembro

agenda zezé motta

19.11.2018


Zezé homenageia Elizeth Cardoso no Sesc Santo André

Zezé Motta

Elizeth Cardoso (1920-1990) foi considerada uma das primeiras damas da música popular brasileira e pioneira da bossa nova. Não à toa era chamada de A Divina. E é em homenagem a esta mulher que a atriz e cantora Zezé Motta sobe no palco do Sesc Santo André (Rua Tamarutaca, 302), na sexta, a partir das 20h, para apresentar o show Divina Saudade.

Durante a apresentação, Zezé Motta – nome artístico que foi dado por sua comadre Marília Pêra – interpreta canções que ficaram marcadas pela voz de Elizeth com toda a originalidade e voz poderosa de uma das maiores intérpretes do País. O show em formato intimista aproxima o público da cantora, que acolhe a plateia com repertório recheado de samba, bossa nova e composições gravadas nos anos dourados do rádio.

Zezé iniciou sua carreira de cantora em 1971 em casas noturnas como Balacobaco e Telecoteco, em São Paulo. O primeiro disco veio em 1978 e de lá para cá gravou mais 13, nos quais estão sucessos como Dores de Amores, Magrelinha (ambas de Luiz Melodia), Trocando em Miúdos (Chico Buarque/ Francis Hime), Prazer Zezé (Rita Lee/ Roberto de Carvalho), entre outras. No currículo tem 35 novelas e mais de 40 filmes.

Os ingressos custam de R$ 6 a R$ 20 e estão à venda na bilheteria do local ou no site www.sescsp.org.br.

01.11.2018


O Samba Mandou Me Chamar no Espaço Furnas Cultural

Zezé Motta no Espaço Furnas Cultural

Dona de uma brilhante carreira nos palcos, cinema e televisão, Zezé Motta apresenta espetáculo dedicado ao samba

‘Zezé Motta é cantora, atriz, mãe de seis filhos, 73 anos de vida, 50 anos de carreira, 14 discos, 35 novelas e mais de 40 filmes. Impossível não se orgulhar. Não apenas pelos números, mas também por sua história de luta em favor dos negros no Brasil.

Na ativa desde 1967, Zezé Motta venceu primeiro como atriz para depois deslanchar a vocação que sempre teve maior apreço: a de ser cantora. Participou de montagens históricas  como o musical “Roda Viva”, escrito por Chico Buarque e dirigido por José Celso Martinez Correia e com o Teatro de Arena, encenou o clássico “Arena Conta Zumbi”, de Gianfrancesco Guarnieri e Augusto Boal. Com o estouro internacional do filme “Xica da Silva”, de Cacá Diegues, tudo mudou. Além de consagrar-se grande atriz, virou sexy symbol e um mito para a negritude. Coroando esta fase, ela  gravou um disco há exatos 40 anos, no qual estourou diversas faixas, como “Muito prazer, Zezé”, “Pecado original”, “Magrelinha”, “Crioula”, “Rita Baiana” e “Dores de amores”, que na maioria foram feitas especialmente para ela por Rita Lee & Roberto, Luiz Melodia, Moraes Moreira e outros. Pois 40 anos depois de seu estouro inicial como cantora, sua bela voz está de volta, em no CD, “O samba mandou me chamar”, que chegou às lojas e em todas às plataformas digitais pela “Coqueiro Verde Records”.

Sua intimidade com o samba vem de longe. Em 1979, Zezé fez vibrar o país com a sua gravação de “Senhora liberdade”, de Wilson Moreira e Nei Lopes. Anos mais tarde, gravou diversos sambas-canção do repertório de Elizeth Cardoso no CD “Divina saudade”. Mas é a primeira vez que dedica um álbum inteiro ao gênero mais tradicional do país. Neste meio tempo, gravou um tributo a Jards Macalé e Luiz Melodia (o CD “Negra melodia”). Como tudo na vida vem na hora certa, o momento agora é de “O samba mandou me chamar”, seu oitavo disco solo.

O roteiro alterna jovens bambas, alguns veteranos e grandes sucessos. Duas delas, “Ficar a seu lado” (Christiano Moreno/ Flavinho Silva), bem como a ancestral “Batuque de Angola” (André Karta Markada/ Juninho Mangueira), já iniciaram uma carreia de sucesso, mas não no Brasil. Foram festejadas pelo povo português, por terem sido incluídas na trilha da novela “Ouro verde”, que Zezé estrelou ano passado na Terrinha.

Entre os destaques, uma canção inédita do craque Arlindo Cruz, “Nós dois”, (dele com Maurição), e duas regravações: uma versão em ritmo de samba soul de “Mais um na multidão”, de Erasmo Carlos, Marisa Monte e Carlinhos Brown e uma releitura para o velho sucesso de Aracy de Almeida no carnaval de 1947, “Louco”, do histórico bamba Wilson Batista, com Henrique de Almeida.

Ainda no repertório de novidades, “Poeira varrida” (Carlinhos da Ceasa/ Darcy Maravilha), “Vou te provar” (Marquinhos PQD/ André Renato) e  “A primavera se despede” (Serginho Procópio/ Ferreira Meu Bom). Uma lição de otimismo em “Na hora de partir” (Serginho Meriti/ Claudinho Guimarães), o antídoto contra o baixo astral no funkeado “Samba da amizade” (Flavio Lima) e uma ode ao ato de cantar “Missão” (do recém-falecido Lourenço): “Vou pelos palcos, da vida, vou/ Fazer o povo brilhar/ Coisa de bamba/ Vou vendo o povo aplaudir/ O show continuar/ Cantar meu samba”.

O medley que dá nome ao disco em clima de roda de samba carnavalesco, com mais novidades, “Já pode chegar” (Christiano Moreno/ Paulinho Carvalho/ Fábio Siri) e “Vem” (Ciraninho/ Leandro Fregonesi/ Rafael dos Santos), encerrando com o animado hino do Cacique de Ramos, “Caciqueando” (Noca da Portela/ Valmir/ Amauri) reunindo a velha e a nova geração de partideiros.

Zezé Motta se apresenta acompanhada por Celso Santhana direção musical e teclados, Fernando Skilo no violão , Paulinho Bonfim na bateria, Christiano Moreno na percussão e Max Junior no banjo e cavaco.

Serviço

Zezé Motta em ‘O Samba mandou me chamar’
Espaço Furnas Cultural – Rua Real Grandeza, 219, Botafogo
Dias 20 e 21 de outubro / Sáb. e Dom. 19h
Duração: 80 min. | Classificação: Livre
Entrada Franca – Ingressos distribuídos uma hora antes dos espetáculos (1 por pessoa)

 

16.10.2018


Mulher de Favela: o poder feminino em territórios populares

Mulher de Favela: o poder feminino em territórios populares

Mulher de favela – o poder feminino em territórios popularesO que é ser mulher? O que é ter poder? O que é ser uma mulher com poder na favela? Estas questões norteiam o presente trabalho que busca compreender como a feminização do poder é, de fato, um movimento que emerge no cenário atual e que compreende que há um protagonismo da mulher em condições de subalternidade. Partindo do testemunho de 15 mulheres representando 15 favelas do Rio de Janeiro, esse livro nos convida a ouvir suas vozes e aprender com o que elas têm a nos dizer. Aqui narraram e desenharam outra forma de exercitar suas experiências vividas e transformaram suas inquietudes em pontes, criando e articulando possibilidades de ação. Demonstram que têm um projeto de cidade, mas com uma escolha radical pelo território da favela. A trajetória de cada uma delas nos apresenta os diferentes caminhos que as mulheres vêm encontrando para transformar o mundo e transformarem-se a si mesmas, buscando novas formas de escrever a história — sua e dos outros que as cercam.

Zezé Motta, sobre o livro da professora Nilza Rogéria de Andrade Nunes 

23.09.2018


Zezé Motta fará show na primeira noite da Feira Internacional do Livro

Zezé Motta

O show “Atendendo a Pedidos”, da cantora e atriz Zezé Motta, será atração da Feira Internacional do Livro neste domingo (16). Na apresentação, marcada para as 21 horas, a artista homenageia seus compositores preferidos, como Caetano Veloso, Luiz Melodia, Jards Macalé e Elizeth Cardoso. A entrada é franca.

Com trabalhos no teatro, cinema e televisão, Zezé Motta completou 50 anos de carreira sendo considerada a Rainha negra do Brasil. Há quem se lembre de Zezé Motta apenas como atriz – difícil mesmo dissociar sua figura da bela e sedutora Xica da Silva -, mas essa é apenas uma das facetas da artista. Seu primeiro disco da carreira, chamado apenas Zezé Motta foi lançado em (1978), com sucessos como Magrelinha (Luiz Melodia) e Rita Baiana (John Neschling e Geraldo Carneiro, tema egresso da trilha sonora do filme O Cortiço, lançado naquele ano de 1978), conciliando inéditas e regravações de alguns dos maiores compositores da MPB, o disco imortalizou a voz de Zezé em Trocando em Miúdos (Francis Hime e Chico Buarque, 1977), Pecado Original (Caetano Veloso, 1978), Baba Alapalá (Gilberto Gil, 1977) e Dores de Amores (Luiz Melodia, 1978).

O primeiro álbum solo da cantora e atriz Zezé Motta foi recentemente reeditado pela Warner Music dentro da Série Discobertas, produzida por Marcelo Fróes. O espetáculo, denominado “Zezé Motta – 50 anos de carreira” apresenta ao público a atriz e cantora que se transformou em sensação mundial ao estrelar o filme Xica da Silva, do diretor Cacá Diegues.

Atuando com assiduidade na televisão, no cinema e nos shows, e saudada como a mais importante atriz-cantora do país, Zezé Motta canta alguns de seus mais importantes sucessos, incluindo as muitas homenagens musicais que lhe foram prestadas, como Senhora Liberdade, de Ney Lopes e Wilson Moreira

Biografia 

Zezé Começou sua carreira como atriz em 1967, estrelando a peça “Roda-viva”, de Chico Buarque, sob a direção de José Celso Martinez Corrêa. Atuou, a seguir, em “Fígaro, Fígaro”, “Arena conta Zumbi”, “A vida escrachada de Joana Martine e Baby Stompanato”, em 1969, “Orfeu negro”, em 1972, e “Godspell”, em 1974, entre outras.

Iniciou sua carreira de cantora em 1971, apresentando-se como crooner das casas noturnas Balacobaco e Telecoteco (SP). Em 1975, gravou, com Gerson Conrad, o LP “Gerson Conrad e Zezé Motta”. Ainda na década de 1970, lançou os LPs “Zezé Motta” (1978) e “Negritude” (1979).

Na década de 1980, lançou os LPs “Dengo” (1980), “Frágil força” (1985), e, com Paulo Moura, Djalma Correia e Jorge Degas, “Quarteto negro” (1987). Em 1995, gravou o CD “Chave dos segredos”. Apresentou-se, representando o Brasil, a convite do Itamaraty, em Hannover (Alemanha), Carnegie Hall de Nova York (EUA), França, Venezuela, México, Chile, Argentina, Angola e Portugal.

Como atriz, participou dos filmes “A rainha diaba”, “Vai trabalhar vagabundo”, “A força de Xangô”, “Xica da Silva”, “Tudo bem”, “Águia na cabeça”, “Quilombo”, “Jubiabá”, “Anjos da noite”, “Sonhos de menina-moça”, “Natal da Portela”, “Prisioneiro do Rio”, “El mestiço”, “Dias melhores virão”, “Tieta”, “O testamento do sr. Napumoceno“, “Orfeu“, entre outros.

Em televisão, atuou em mais de 30 projetos entre novelas e minisséries, nas TV’s: Globo, Record, Bandeirantes e Manchete. Em 2000, lançou o CD “Divina saudade”, interpretando o repertório de Elizeth Cardoso, com arranjos e produção musical de Roberto Menescal e Flávio Mendes. Altamente elogiado pela crítica e imprensa, o show Divina Saudade é sucesso até hoje. Em 2011 Zezé volta ao mercado fonográfico após 11 anos com o lançamento do CD “Negra Melodia”, um dos quatro títulos iniciais da gravadora Joia Moderna, aberta pelo DJ Zé Pedro. No CD Zezé canta composições de Luiz Melodia e Jards Macalé.

Destacam-se, entre seus maiores sucessos como cantora, suas gravações de “Dores de amores” e “Magrelinha”, canções de Luiz Melodia, “Trocando em miúdos” (Chico Buarque e Francis Hime), “Prazer Zezé” (Rita Lee e Roberto de Carvalho), “Crioula” (Moraes Moreira) e “Senhora Liberdade” (Wilson Moreira e Nei Lopes), todas presentes no repertório do show.

Feira do Livro – Este ano, o evento integra o 1º Festival Literário de Foz do Iguaçu, a 37ª Semana Literária do SESC e a Primavera Universitária da Unioeste.

13.09.2018