Zezé Motta posa para a campanha #SalveoTheatroMunicipal, da Loja Ana Botafogo:

Zezé Motta para a campanha Salve O Theatro Municipal

Zezé Motta posou com a camiseta da campanha “SalveOTheatroMunicipal”, criada pela sua marca de roupas da bailarina Ana Botafogo, com venda revertida para funcionários do teatro que estão sem receber.

“O movimento é de grande importância, a situação dos funcionários está crítica. Sinto imensa gratidão por todos que aderirem a essa campanha e me sinto, também, muito agradecida por toda a solidariedade que temos tido ao longo deste ano. Unidos somos mais fortes!”, desabafa Ana Botafogo.

A Loja Ana Botafogo, marca de roupas da bailarina há mais de 10 anos no mercado, criou uma camiseta com os dizeres “Dança & Cultura & Dignidade” e a hashtag #SalveOTheatroMunicipal, que será vendida em sua loja física em Copacabana e terá 100% do lucro revertido para colaborar com o fim de ano destes servidores. As peças também podem ser adquiridas pelo e-commerce da marca http://lojaanabotafogo.com.br/.

28.12.2017


Zezé Motta vai ao show de grandes sucessos de Maria Bethânia, no Rio

Maria Bethânia

Maria Bethânia

Zezé Motta e Maria Bethânia Zezé Motta e Maria Bethânia Zezé Motta e Maria Bethânia

O abraço de Zezé Motta e Maria Bethânia

 

O promoter Vinicius Belo, Zezé Motta e Caetano Veloso

Vinicius Belo, Maria Bethânia e Claudio Tironi

Amigas de longas datas, Zezé – A Cana Caiana -, chegou com força e axé ao show de Maria Bethânia, no último sábado (27.12) no Km de Vantagens Hall, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, para conferir ao show de grandes sucessos da Abelha Rainha. Zezé esteve acompanhada de seu assessor e amigo Vinicius Belo, e encontrou no local o cantor Caetano Velosos.

28.12.2017


Zezé Motta em O Outro Lado do Paraíso, na Globo:

Zezé Motta

26.12.2017


Zezé Motta e Erika Januza no natal do Quilombo, em O Outro Lado do Paraíso

Zezé Motta e Erika Januza

26.12.2017


Zezé Motta em cenas de ‘O Outro Lado do Paraíso’, na Globo

Zezé Motta - O Outro Lado do Paraíso - Foto: Raquel Cunha Zezé Motta e Erika Januza - O Outro Lado do Paraíso - Foto: Raquel Cunha Zezé Motta e Erika Januza - O Outro Lado do Paraíso - Foto: Divulgação Zezé Motta - O Outro Lado do Paraíso - Foto: Raquel Cunha Zezé Motta  e Erika Januza- O Outro Lado do Paraíso - Foto: Raquel Cunha Zezé Motta - O Outro Lado do Paraíso - Foto: Raquel Cunha Zezé Motta e Erika Januza - O Outro Lado do Paraíso - Foto: Raquel Cunha

04.12.2017


Zezé Motta na casa de Xica da Silva, em Diamantina:

Zezé Motta na casa de Xica da Silva, em Diamantina | Foto: Pedro Mirana

Zezé Motta na casa de Xica da Silva, em Diamantina | Foto: Pedro Mirana

40 anos depois ter vivido o papel de Xica da Silva, do diretor Cacá Diegues, gravado em Diamantina (MG), Zezé Motta, atualmente no ar em “O Outro Lado do Paraíso” de Walcyr Carrasco, na Globo, retornou a casa que viveu a escrava mais famosa da história do Brasil, na Praça Jouberte Guerra, 266, Centro História de Diamantina. Muito emocionada, Zezé fez questão de registrar este momento, pois foi lá que gravou as principais cenas do filme que projetou o cinema brasileiro em mais de 16 países, no de 1976, e que a tornou símbolo sexual até meados dos anos 80, além de consolidar sua carreira internacional, que lhe rendeu o Troféu Oscarito – destinado a grandes atores do cinema brasileiro -, por sua majestosa atuação no longa. Zezé foi ovacionada pelas ruas de Diamantina, pois lá, não só Xica da Silva, mas a atriz também é exaltada.

O personagem também lhe rendeu inúmeros prêmios e homenagens, entre elas, uma foto exposta no Moma, em Nova York, e entrar para a memória do Museu do Festival de Cinema de Gramado (RS), através de uma estátua de cera. A estátua de Zezé foi feita nos mesmos moldes das Estátuas produzidas para o DREAMLAND – primeiro museu de cera da América Latina.

Zezé diz:

“Passei Natal, réveillon e carnaval em Diamantina. Junto com a Elke, Stephan, e grande parte do elenco, morei por meses na cidade. A equipe tinha alguns dias de folga e o Cacá liberava para que todos passassem esses dias em casa, menos eu. Ele achava que eu iria me dispersar, perder o tom. Então, fiquei todo o tempo sem me afastar das locações, concentrada só no personagem. Ele percebeu que eu tinha dificuldade de lidar com a minha agressividade. E para Xica eu precisava liberar essa carga emotiva que a gente, em geral, põe pra dentro, engole. Então, em alguns momentos, o Cacá usou de pequenas torturas. Na cena da igreja, por exemplo, a que eu fiz no teste e que é exemplar na luta da Xica contra o preconceito que impede alguém de entrar num templo que deveria ser de todos.  Estava muito quente, era uma externa; eu fazia, fazia, repetia e não dava a raiva que o Cacá queria. Aí eu pedia um copo d´água, ele falava: Daqui a pouco; pedia café e ele: Já vem. Depois eu soube que foi uma atitude calculada para me irritar. Funcionou! Ele estava sempre de olho. Uma noite, passou e me viu jogando carta com alguém da equipe. Disse: É, a cena de manhã não é fácil, não! Na mesma hora, parei o jogo, corri para o quarto e fui estudar a cena. Era assim que a coisa funcionava.  Na cena em que a Xica se despede do João Fernandes, ele disse: Zezé, eu não faço questão de lágrimas. Ganhei todos os prêmios: Air France, Festival de Brasília, festivais internacionais. Viajei muito por causa do filme. Fiz, inclusive, shows nos Estados Unidos, onde eles punham no cartaz: Show com Zezé Motta, atriz do filme Xica da Silva. Quando o filme estourou, eu estava fazendo uma comédia com a Eva Todor, Rendez-Vous, no Teatro Maison de France. Era um papel minúsculo. De empregada, claro. Tirava o pó dos móveis e provocava o patrão, naquela tradição de mucama que dá mole pro senhor. Entrava muda, saía calada. Antes do filme, as pessoas iam ao teatro para ver a Eva. Depois, passaram a ir para me ver também. A Eva, então, aumentou meu nome no cartaz. Adorei trabalhar com ela. Aprendi muito. Aí as pessoas me perguntavam: E agora, Zezé? E eu respondia: Agora eu quero cantar!” diz Zezé Motta.

 

24.11.2017