Zezé Motta na capa da revista Ela, O Globo

Ela. O Globo. Zezé Motta

Ela. O Globo. Zezé Motta

Ela. O Globo. Zezé Motta

Ela. O Globo. Zezé Motta

Ela. O Globo. Zezé Motta

Ela. O Globo. Zezé Motta

Ela. O Globo. Zezé Motta

Ela. O Globo. Zezé Motta

Créditos: 

 Fotos: Thais Vandanezi @thaisvandanezi 

Styling: Milton Castanheira @castanheiras  

Edição de moda: Patricia Tremblais @patriciatremblais 

Beleza: Gabriel Ramos @gabrielramos6

Produção executiva: Matheus Martins @martinsmatheus

 

14.07.2019


Zezé Motta participa de evento em homenagem a Lélia Gonzalez no EAV Parque Lage

Evento em homenagem a Lélia Gonzalez

Roda de conversa sobre Lélia Gonzalez: trajetória, pensamento e legados com a participação de Zezé Motta, Keyna Eleison, Elizabeth Viana e Raquel Barreto e outras convidadas.

O evento trata-se do encerramento do projeto de pesquisa “Hospedando Lélia Gonzalez (1935-1994)” e ocorrerá alguns dias depois do 25º aniversário do falecimento de Lélia. Na ocasião, celebraremos a ex-professora do EAV Parque Lage e seu legado. A convidada de honra deste dia é a atriz Zezé Motta, que foi aluna do curso de Lélia sobre cultura negra na escola no final dos anos 1970. Ela participará de uma conversa com Keyna Eleison (professora da EAV Parque Lage e curadora), Elizabeth Viana (pesquisadora e amiga de Lélia) e Raquel Barreto (historiadora).

Ao longo do dia receberemos contribuições de artistas que nos ajudam a trazer a voz de Lélia Gonzalez de diferentes maneiras: através da música da Glau Tavares, filme da Beatriz Vieirah, performances da Andrea Almeida e Susan Soares e uma “intervenção de pintura Lélia Gonzalez” das seis artistas visuais mulheres negras: Carol Sunshine, Dila Oliveira, Susan Soares e Viviane Laprovita.

“Lélia Gonzalez – para não esquecer” encerra o projeto de pesquisa que a biblioteca realiza desde março, com uma exposição de materiais de arquivo e obras de arte de Aline Besouro, Millena Lízia e Yhuri Cruz, encontros mensais com convidados, e novos livros da biblioteca sobre a questão racial no Brasil, autorias e produção artística negras.

Acesse aqui toda a programação passada do Hospedando Lélia Gonzalez

O evento é organizado pela equipe da Biblioteca | Centro de Documentação e Pesquisa – EAV Parque Lage juntamente com a pesquisadora Raquel Barreto.

PROGRAMAÇÃO:
16:00 Abertura + mostra do filme “Em busca da Lélia” (Beatriz Vieirah, 2017)
17:00 Mesa de debate com Zezé Motta, Keyna Eleison, Elizabeth Viana, e Raquel Barreto
19:00 Performances em volta da piscina, de Andréa Almeida e Susan Soares
20:00 Performance musical por Glau Tavares
21:30 Final

Projeto de pesquisa Hospedando Lélia Gonzalez
Lélia Gonzalez – para não esquecer
Sábado. 13 de julho de 2019 . 16:00 – 22:00
Local: Salão Nobre e Pátio da piscina da EAV Parque Lage

09.07.2019


Zezé Motta no show em homenagem a Dolores Duran

O jornalista Ancelmo Gois publicou hoje em sua coluna, no O Globo, que artistas do calibre de Ney Matogrosso, João Roberto Kelly, Dóris Monteiro, Lana Bittencourt e Zezé Motta farão um grande show no Imperator, dia 17, em homenagem aos 60 anos de morte de Dolores Duran (1930-1959). Toda a renda do espetáculo irá para a família da cantora, que tem passado por necessidades financeiras. O show “Uma tarde para Dolores Duran e família” tem direção de Rodrigo Faour, biógrafo da artista.

Dolores Duran

Dolores Duran

 

Veja Zezé Motta cantando “A Noite do Meu Bem”:

01.07.2019


Zezé Motta se apresenta na 35ª Felib em Brasília

Zezé Motta com o Show Atendendo a Pedidos | Foto: Mateus Santana Zezé Motta com o Show Atendendo a Pedidos | Foto: Mateus Santana Zezé Motta com o Show Atendendo a Pedidos | Foto: Mateus Santana Zezé Motta com o Show Atendendo a Pedidos | Foto: Mateus Santana Joan Barros com o Show Atendendo a Pedidos | Foto: Mateus Santana Zezé Motta com o Show Atendendo a Pedidos | Foto: Mateus Santana Zezé Motta com o Show Atendendo a Pedidos | Foto: Mateus Santana Joan Barros com o Show Atendendo a Pedidos | Foto: Mateus Santana Zezé Motta com o Show Atendendo a Pedidos | Foto: Mateus Santana Joan Barros com o Show Atendendo a Pedidos | Foto: Mateus Santana Zezé Motta com o Show Atendendo a Pedidos | Foto: Mateus Santana Zezé Motta com o Show Atendendo a Pedidos | Foto: Mateus Santana Zezé Motta com o Show Atendendo a Pedidos | Foto: Mateus Santana Zezé Motta com o Show Atendendo a Pedidos | Foto: Mateus Santana Zezé Motta com o Show Atendendo a Pedidos | Foto: Mateus Santana

A noite do domingo (16) foi marcada em Brasília pela participação da cantora e atriz Zezé Motta e do escritor Tom Farias na 35ª Feira do Livro de Brasília (Felib). Os dois agitaram a Arena Outras Leituras em um diálogo direto com o público, onde se posicionaram sobre a maior parte dos temas referentes à população negra contemporânea.

Zezé falou de sua carreira de atriz e do filme Carolina, do cineasta Jeferson De – de 2003, no qual interpretou Carolina Maria de Jesus. “Não dava para manter distância dos sofrimentos dela, pois o que ela enfrentou foi muito da vida de outras pessoas da sua época”, disse detalhando os desafios de reviver a escritora. O filme teve como base a obra mais famosa de Carolina: Quarto de Despejo – Diário de Uma Favelada.

O livro também inspirou Farias que apresentou sua obra Carolina: Uma Biografia, recém-lançada pela Editora Malê. Mas, para chegar à publicação ele foi além: estudou mais de 500 trabalhos, entre teses, dissertações e recortes de jornais para trazer o retrato de uma Carolina que não estava nos livros que ela própria escreveu. “Eu quis fugir da imagem que todos têm dela, aquela do ‘Quarto de Despejo’. Fui em busca da Carolina que escreveu a História do Brasil sob a ótica do negro, sobretudo de uma forma poética, fabular e antropológica entre outros aspectos”, ressaltou.

De acordo com o escritor, Carolina quebra um paradigma social, pois, com sua baixa escolaridade, venceu pela escrita. Zezé, enfatizou que o livro de Farias tem muito a dizer, especialmente para as mulheres brasileiras que têm uma realidade próxima a de Carolina. “É necessário vencer apesar de todas as adversidades”, disse relembrando, ainda, as primeiras lutas do Movimento Negro.

Racismo velado – Zezé Motta e Tom Farias fizeram um paralelo entre a década de 1970 e a atualidade: “O racismo era velado e éramos acusados de importarmos problemas que o Brasil não tinha. Hoje, com as redes sociais, não se tem como fugir, todo mundo diz o que de fato pensa, seja protegido ou não pela rede”, afirmou a atriz. “Também pelo racismo, a história do negro é mal contada há 500 anos, e, pouco se faz para que essa realidade seja modificada”, complementou Farias.

O escritor abordou ainda o Art. 26-A da Lei nº 9.394/1996 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional –, com redação dada pela Lei 10.639/2003, que estabelece o ensino da História e Cultura Afro-brasileira e Africana nas escolas públicas do Brasil. “É uma lei justa. Vamos continuar em busca de que seja implementada em todas as escolas”. Ele apontou um tópico importante a ser trabalhado pelo Estado: “Existem materiais, mas os nossos professores infelizmente não estão preparados para absorverem esse conhecimento”.

Mercado artístico e literário negro – Quando o assunto é a abertura dos espaços artísticos e do mercado editorial para negras e negros, as barreiras são múltiplas. Ao relembrar seus primeiros momentos como atriz, Zezé resgatou que nesse universo, os negros estavam sempre em papéis onde não tinham família, eram escravizados ou serviçais. “Você pegava o book de um ator e, além de constantemente desatualizado pela falta de oportunidades, ele estava limitado a experienciar apenas esses personagens”, desabafou.

Do auditório, a modelo e atriz Simone Ramos se identificava com as falas da referência no palco. “Zezé é uma mulher guerreira que, com sua luta, nos incentiva a acreditar na nossa história”, disse emocionada. No evento, Simone estava como ponte entre Zezé Motta e as mulheres e meninas das comunidades nas quais ela é referência – Ceilândia e o Quilombo Mesquita. “A mensagem que levo da Zezé é que não podemos desistir. Precisamos nos envolver mais com a nossa cultura para enfrentar os desafios e alcançarmos um futuro melhor”, disse.

A 35ª Felib foi encerrada com Zezé interpretando várias maneiras de amar em canções como Trocando em Miúdos,SoluçosFez BobagemPérola NegraCrioula. O pocket show foi marcado pela canção Tigresa, música de Caetano Veloso em homenagem à Zezé. A noite terminou em festa com as pessoas que compunham o público sambando no palco a convite da cantora.

16.06.2019


Zezé Motta e Lupita Nyong’o narram nova série para o Discovery: “Serengeti”

Zezé Motta na narração | Foto: Marcos Andre Pinto

Zezé Motta na narração | Foto: Marcos Andre Pinto

Zezé Motta fechou a narração da série “Serengeti”, uma produção da IX Entertainment e John Downer Productions para a BBC, adquirida pelo Discovery, com estreia em agosto. Na versão americana quem narra é Lupita Nyong’o, conhecida por atuações em “Star Wars”, “Vingadores”, “Pantera Negra”, entre outros. O Parque Nacional do Serengeti é patrimônio da humanidade consagrado pela Unesco, uma das áreas mais incríveis do Continente Africano para a observação da vida animal, localizado entre o norte da Tanzânia e o sudoeste do Quênia. É uma região de abundância, onde vida e morte se encontram: rotas da maior migração do planeta, as planícies são palco de batalhas pela sobrevivência.

14.06.2019


Zezé Motta fala sobre Chaplin na Folha de São Paulo

Zezé Motta Folha de São Paulo

https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2019/06/acho-que-chaplin-ficaria-nu-se-fizesse-cinema-hoje-diz-zeze-motta.shtml

14.06.2019