Zezé Motta participa do “Mulher com a Palavra” em Salvador

Zezé Motta, Rita Batista e Gaby Amarantos Zezé Motta, Rita Batista e Gaby Amarantos Zezé Motta, Rita Batista e Gaby Amarantos Zezé Motta, Rita Batista e Gaby Amarantos Zezé Motta, Rita Batista e Gaby Amarantos Zezé Motta, Rita Batista e Gaby Amarantos Zezé Motta, Rita Batista e Gaby Amarantos Zezé Motta, Rita Batista e Gaby Amarantos Zezé Motta, Rita Batista e Gaby Amarantos Zezé Motta, Rita Batista e Gaby Amarantos Zezé Motta, Rita Batista e Gaby Amarantos Zezé Motta, Rita Batista e Gaby Amarantos Zezé Motta, Rita Batista e Gaby Amarantos Zezé Motta, Rita Batista e Gaby Amarantos Zezé Motta, Rita Batista e Gaby Amarantos Zezé Motta, Rita Batista e Gaby Amarantos Zezé Motta, Rita Batista e Gaby Amarantos Zezé Motta, Rita Batista e Gaby Amarantos Zezé Motta, Rita Batista e Gaby Amarantos Zezé Motta, Rita Batista e Gaby Amarantos

A segunda edição em 2018 do projeto ‘Mulher com a Palavra’ lotou a Sala Principal do Teatro Castro Alves (TCA), na noite desta segunda-feira (30), para prestigiar a atriz e cantora Zezé Motta, uma das figuras negras pioneiras na dramaturgia brasileira, e a cantora paraense Gaby Amarantos, ícone do empoderamento feminino. As artistas relembraram momentos importantes em suas carreiras e falaram sobre as dificuldades e preconceitos que precisaram superar ao longo dos anos.

Com 56 anos de carreira e participações em mais de 40 filmes, Zezé Motta é uma referência e inspiração para muitas mulheres brasileiras, dentro e fora do universo das artes. Para a atriz, muitas conquistas foram feitas, mas ainda existe um longo caminho a se percorrer em busca de uma sociedade mais igualitária. “A gente precisa insistir sempre contra toda forma de desigualdade de gênero e os tantos tipos de violência que as mulheres vivem todos os dias. É muito importante que tenhamos espaços como esse para debater e continuar sempre buscando soluções para virar esse jogo”.

Fotos: Edson Ruiz

01.08.2018


Zezé Motta em entrevista no Espaço Itaú de Cinema Augusta para o Adoro Cinema:

Zezé Motta no Espaço Itaú de Cinema Augusta

30.07.2018


Zezé Motta posa para a Folha de São Paulo

Zezé Motta Zezé Motta Zezé Motta Zezé Motta Zezé Motta

30.07.2018


Zezé Motta é a capa da Revista Troppo+Mulher do Jornal O Liberal

Zezé Motta na capa da Revista Troppo

30.07.2018


Em segunda edição, projeto Mulher com a Palavra leva Zezé Motta e Gaby Amarantos para roda de conversas no TCA

Zezé Motta e Gaby Amarantos

Zezé Motta e Gaby Amarantos

O projeto Mulher com a Palavra volta a Salvador para uma segunda edição no dia 30 de julho e tem a atriz Zezé Motta e a cantora Gaby Amarantos como convidadas. O evento será realizado no Teatro Castro Alves, e os ingressos do evento custam R$ 5 (meia entrada) e R$ 10 (inteira).

A roda de conversas terá mediação da jornalista Rita Batista e traz o tema “#feminismos!”. O objetivo do diálogo é trazer reflexões sobre as diferentes formas de ser feminista na atualidade, dentro das ações na cultura e na arte.

O Mulher com a Palavra já teve participação de nomes como Conceição Evaristo, Karol Conká, Elza Soares, Taís Araújo, Camila Pitanga, Marina Lima, Zélia Dunkan, Márcia Tiburi, Preta Gil, MC Carol e Elisa Lucinda.

Além das artistas e escritoras, o projeto já contou com a mediação das jornalistas Tereza Cruvinel, Maíra Azevedo (Tia Má), Malu Fontes e Vânia Dias.

Serviço

O que: Mulher com a Palavra – com Zezé Motta e Gaby Amarantos
Quando: Dia 30 de julho (segunda-feira), às 20h
Onde: Palco principal do Teatro Castro Alves
Quanto: R$10,00 (inteira) e R$5,00 (meia entrada), disponíveis nas bilheterias do Teatro Castro Alves, Balcões SAC e no site http://www.ingressorapido.com.br

Zezé Motta e Gaby Amarantos no Mulher com a Palavra

30.07.2018


Andrógina

Zezé Motta

Sim, já tive minha fase andrógina… Certa vez ao entrar num táxi em New York, tentei conversar com o motorista pra exercitar meu inglês, estranhei porque eu falava e ele não respondia, depois de tanto eu insistir ele me respondeu que não falava com travestis. Não sabia se ria ou se chorava… Além deste visual, eu amava as botas de couro, das mais longas possíveis, quase na coxa. Ah, e o batom preto, nao podia faltar, ele não falta até hoje, não vivo sem… Pensem?!!! Lembro que algumas pessoas juravam que eu não era mulher… Axé meu povo! Foto do Antônio Guerreiro.

30.07.2018