Zezé Motta grava depoimento para o projeto ‘Vamos Escurecer a Cidade’:

Zezé Motta | Foto: Staff Company

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Depoimento para o coletivo VAMOS ESCURECER A CIDADE, com direção de Carolina Lavigne, Ivan Alves e dramaturgia de Livia Prado. Não há mais tempo para lamúrias, é preciso que você saia da sua zona de conforto, arregace as mangas e combata o #racismo. E, como diz @olazaroramos RACISMO É RACISMO, e ponto. Não percam esse espetáculo. De 03 a 24.09, aos domingos, sempre às 18h, no Centro de Arte Maria Teresa Vieira. (Rua da Carioca, 85 – Centro), no Rio de Janeiro.

12.09.2017


Campanha promove apoio a diversidade racial e empoderamento da mulher negra

Zezé Motta

No último dia 6 de setembro, foi lançada no Lapa 40º a campanha ‘CADA TOM COM SUA BELEZA’ que conta com a participação de atrizes como Isabel Fillardis, Zezé Motta, Elisa Lucinda, Juliana Alves, Érika Januza, Watusi, Lucy Ramos entre outras que cederam suas imagens em apoio ao empoderamento da mulher negra.

Promovida pelo Projeto AISHA, instituição sem fins lucrativos que visa a inclusão social e apoio profissional às mulheres e adolescentes, e em Yorubá significa Vida, a campanha busca enaltecer a formosura,o encanto e a força da negritude feminina.

Quem assina o trabalho é Thiago de Souza, Presidente do AISHA e um dos únicos cirurgiões plásticos negros do Rio de Janeiro.  “Eu sou um homem que lido diariamente com o conceito do belo e se tratando da beleza negra, sabemos o quanto é diversificada. Temos tantos tons de pele e precisamos ter orgulho desta melanina. São mulheres lindas. que precisam sentir-se fortes e empoderadas” explica Souza alegando também que a campanha quer analisar a auto percepção de mulheres que fazem da própria negritude um ato político. “Mais do que documentar a realidade de personagens negras como vítimas de opressão, eu acho importante retratá-las como heroínas, belas e exuberantes, sem esquecermos aquelas cujas vidas têm sido uma luta antirracista”, completa.

 

10.09.2017


4º fHist traz história contada a quente e Zezé Motta na abertura em Diamantina

Em sua quarta edição, o bienal Festival de História (fHist), sediado na cidade mineira de Diamantina desde 2011, acontece de 4 a 7 de outubro próximo e terá na abertura a mesa de debates “Chicas da Silva, fatos e mitos”, comandada pela atriz e cantora Zezé Motta, que interpretou a ex-escrava no famoso filme de Cacá Diegues, e pela pesquisadora e escritora cearense Ana Miranda, autora da mais recente biografia da histórica figura que viveu no Arraial do Tijuco no século XVIII – Xica da Silva: A Cinderela Negra, lançada pela Ed. Record.

É a primeira biografia não literária da autora do premiado Boca do Inferno, que trouxe Gregório de Matos.

O tema que encadeia o fHist de 2017 é “História a quente”, com a promessa de levar o público a uma intensa jornada de debates e vivências “que unem referências históricas aos tempos cada vez mais acelerados por reviravoltas políticas e culturais do século XXI”, explica o jornalista Américo Antunes, da coordenação do Festival.

Entre as nove Mesas de Debates, serão focados temas como “O Grande Irmão”, que aborda a sociedade midiática, os “Ecos da Revolução Russa de 2017” em seu centenário; “Sua Luta faz História”, com o longo e ainda presente percurso da emancipação da mulher; “Tesouros escondidos em documentos antigos”, com relatos preciosos do historiador Ângelo Carrara e “80 anos do IPHAN: o Patrimônio Cultural em questão”, abordando patrimônios materiais e imateriais. Haverá também dois Mini Cursos, sobre “Arqueologia e História Indígena antes da Ocupação Colonial da Serra do Espinhaço” e “O Novo Romance Histórico Brasileiro”.

Autobiografia Autorizada
No encerramento, o ator Paulo Betti apresentará sua aclamada peça “Autobiografia Autorizada”. São nove Mesas de Debates, dois mini cursos, oficinas, Feira de Livros, prosas com autores e manifestações artísticas com a presença de Titane, Túlio Mourão e consagrados mestres da capoeira e do samba de raiz. Tudo isso tendo por cenário o casario colonial e as seculares igrejas de Diamantina, Patrimônio Mundial decretado pela Unesco em 1999.

As inscrições já estão abertas no site www.festivaldehistoria.com.br, ao preço de R$ 30,00 (estudantes), R$ 60,00 (professores) e R$ 100,00 (outros), com direito a todas as mesas, conferências e apresentações culturais.

Apresentado pelo Ministério da Cultura por meio da Lei Rouanet, a quarta edição do fHist é uma realização da Stratégia e da Nota Comunicação, contando com a parceria da Prefeitura de Diamantina e da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) – História. O 4º fHist conta ainda com o apoio da CEMIG e da CEF.

05.09.2017


Zezé Motta no Encontro com Fátima Bernardes

Zezé Motta no Encontro com Fátima Bernardes Zezé Motta no Encontro com Fátima Bernardes

29.08.2017


342 Amazônia #ForaTemer

Zezé Motta e Caetano Veloso

Ontem, na casa de Caetano, juntos nos mobilizamos para lançar o #342amazonia que em breve estará no ar. Chega de falcatrua, chega de absurdos, #foratemer #todospelamazonia #sosamazonia.

 

29.08.2017


Zezé Motta no SESC Pompeia

Zezé Motta, show de 50 anos de carreira, Sesc Pompéia

 

Para comemorar seus 50 anos de carreira, a atriz e cantora Zezé Motta faz única apresentação no SESC Pompeia no dia 30 de agosto.

Acompanhada por dois violonistas, Zezé Motta vai interpretar músicas que ficaram conhecidas em sua voz, como “Dores de Amores” e “Magrelinha” (Luiz Melodia), “Trocando em Miúdos” (Chico Buarque e Francis Hime), “Muito Prazer Zezé” (Rita Lee e Roberto de Carvalho), “Crioula” (Moraes Moreira), “Senhora Liberdade” (Wilson Moreira e Nei Lopes), entre outras canções.

Seu primeiro disco da carreira, chamado apenas “Zezé Motta” foi lançado em 1978, conciliando músicas inéditas e regravações de alguns dos maiores compositores da MPB. O disco imortalizou a voz de Zezé em “Trocando em Miúdos” (Francis Hime e Chico Buarque, 1977), “Pecado Original” (Caetano Veloso, 1978), “Dores de Amores” (Luiz Melodia, 1978) e “Baba Alapalá” (Gilberto Gil, 1977).

Informações:
Zezé Motta – 50 anos de carreira
Local: SESC Pompeia – Comedoria
Endereço: Rua Clélia, 93 – Pompeia
Data: 30 de agosto de 2017
Horário: quarta-feira, 21h30
Abertura da casa: 20h, com discotecagem
Duração: 90 minutos
Recomendação: 18 anos
Lotação: 800 lugares
Preço: R$ 20,00 (inteira); R$ 10,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, pessoas acima de 60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino); R$ 6,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes); venda limitada a seis ingressos por pessoa
Tel.: (11) 3871 7700

28.08.2017