Zezé Motta em entrevista para o Segundo Caderno do O Globo

Zezé Motta posa para O Globo

Zezé Motta posa para O Globo

Zezé Motta posa para O Globo

Zezé Motta posa para O Globo

Agradecimento especial: Sofitel Ipanema

Zezé Motta vestiu: Betina Werner @betina_werner & E.G Brand @eg.brand

Agradecimento: Edu Santos Brands Curator Office @eduardo_santos

A matéria completa você confere aqui: https://oglobo.globo.com/cultura/zeze-motta-sou-do-tempo-em-que-os-personagens-negros-nao-tinham-familia-23341150 

03.01.2019


Zezé Motta participa do Festival de Natal em São Paulo

Zezé Motta no Festival de Natal | Foto: Aldho Photograph

Zezé Motta no Festival de Natal | Foto: Aldho Photograph

Zezé Motta no Festival de Natal | Foto: Aldho Photograph

Zezé Motta no Festival de Natal | Foto: Aldho Photograph

Zezé Motta no Festival de Natal | Foto: Aldho Photograph

Zezé Motta no Festival de Natal | Foto: Aldho Photograph

Zezé Motta no Festival de Natal | Foto: Aldho Photograph

Zezé Motta no Festival de Natal | Foto: Aldho Photograph

Zezé Motta no Festival de Natal | Foto: Aldho Photograph

Zezé Motta no Festival de Natal | Foto: Aldho Photograph

Zezé Motta se apresentou no último sábado e domingo, na Praça do Patriarca,  e no Largo São Francisco, Centro de São Paulo, onde participou do Festival de Natal, projeto que envolve as secretarias de Turismo, Cultura, Assistência Social, e com a participação da SP – Urbanismo, empresa pública vinculada à Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento. Com o show acústico “No coração do Brasil”, a cantriz foi acompanhada pelo violonista Joan Barros.

 

18.12.2018


Zezé Motta grava clipe “Batuque de Angola”

Zezé Motta no clipe Batuque de Angola - Foto Mayk Brambilla

Zezé Motta no clipe Batuque de Angola – Foto Mayk Brambilla

Zezé Motta no clipe Batuque de Angola - Foto Mayk Brambilla

Zezé Motta no clipe Batuque de Angola – Foto Mayk Brambilla

Zezé Motta no clipe Batuque de Angola - Foto Bernardo Dutra

Zezé Motta no clipe Batuque de Angola – Foto Bernardo Dutra

Zezé Motta no clipe Batuque de Angola - Foto Bernardo Dutra

Zezé Motta no clipe Batuque de Angola – Foto Bernardo Dutra

Zezé Motta no clipe Batuque de Angola - Foto Bernardo Dutra

Zezé Motta no clipe Batuque de Angola – Foto Bernardo Dutra

Zezé Motta no clipe Batuque de Angola - Foto Bernardo Dutra

Zezé Motta no clipe Batuque de Angola – Foto Bernardo Dutra

A música ”Batuque de Angola” além de poder se encontrada em todas as plataformas digitais, através do disco ”O Samba Mandou me Chamar”, gravado por Zezé e lançado em 2018 pela Coqueiro Verde Records, ganhou clipe e já pode ser visto no Youtube. A faixa foi trilha sonora da novela portuguesa Ouro Verde, exibida pela TVI, onde Zezé também atuou como atriz. A trama, inclusive, foi a grande campeã na categoria melhor novela da 46ª edição do Emmy Awards Internacional, o Oscar da televisão mundial. Confira o clipe: https://www.youtube.com/watch?v=f2QtMLPXMI8

18.12.2018


O Samba Mandou me Chamar em única apresentação, dia 18 de janeiro, no Teatro J.Safra

O Samba Mandou Me Chamar - Teatro J.Safra - São Paulo

“O samba mandou me chamar”, avisa Zezé Motta em seu décimo álbum solo após sete anos fora dos estúdios. Ela, com sua voz de contralto, traz a turnê do CD “O samba mandou me chamar” pela primeira vez a São Paulo, será no dia 18 de janeiro às 21h30 no Teatro J. Safra. Inteiramente dedicado ao samba, o novo CD de Zezé já chegou ao circuito nacional e está disponivel em todas as plataformas digitais com selo da gravadora Coqueiro Verde Records. Os arranjos são assinados pelo produtor Celso Santhana. No disco há duas participações especialíssima: Arlindo Cruz, na faixa “Nós dois” (dele com Maurição); e Xande de Pilares em “Alma gêmea” (André da Mata, Mingo Silva e Kinho).

O show traz as novidades “Ficar a seu lado”, “Batuque de Angola”, ambas sucesso em Portugal na trilha da novela “Ouro verde”, que Zezé estrelou ano passado na Terrinha. As canções “Poeira varrida”, “A primavera se despede”, “Vou te provar’’, “Samba da amizade”, “Missão” e “Mais um na multidão” estão na lista. Soma-se ao repertório o hino das rodas de pagode “Caciqueando” em pout-pourri com “Já pode chegar” e “Vem”.

Ingressos e informações: http://www.teatrojsafra.com.br/espetaculo.html?id=242

18.12.2018


Fotos: Lançamento oficial de ‘Zezé Motta – Um Canto de Luta de Resistência’

Fila para noite de autógrafos Zezé Motta

Fila para noite de autógrafos Zezé Motta

Fila para noite de autógrafos Zezé Motta

Fila para noite de autógrafos Zezé Motta

Adriana Birolli

Adriana Birolli

Aisha Jambo e Zezé Motta

Aisha Jambo e Zezé Motta

Ana Lucia Torre e Sylvia Massari. Credito Ariel Cavoti

Ana Lucia Torre e Sylvia Massari. Credito Ariel Cavoti

Ana Maria Tornaghi, Zezé Motta e Cacau

Ana Maria Tornaghi, Zezé Motta e Cacau

Andreia Veiga

Andreia Veiga

Cacau e Juliana Martins

Cacau e Juliana Martins

Cacau e Juliana Martins

Cacau e Juliana Martins

Cacau Hygino e Alessandro Salguero

Cacau Hygino e Alessandro Salguero

Carla Barbosa e Paulo Maia

Carla Barbosa e Paulo Maia

Cacau Hygino, Zezé Motta e Paulo Maia

Cacau Hygino, Zezé Motta e Paulo Maia

Carmen Lúcia e Zezé Motta

Carmen Lúcia e Zezé Motta

Deo Garcez e Zezé Motta

Deo Garcez e Zezé Motta

Érica Prado e Zezé Motta

Érica Prado e Zezé Motta

Ginaldo de Souza e Zezé Motta

Ginaldo de Souza e Zezé Motta

Ginaldo de Souza, Zezé Motta e Cacau Hygino

Ginaldo de Souza, Zezé Motta e Cacau Hygino

Isabelita dos Patins entre Zezé Motta e Cacau Hygino

Isabelita dos Patins entre Zezé Motta e Cacau Hygino

Izabelita dos Patins

Izabelita dos Patins

Jayme Periard. Credito Ariel Cavoti

Jayme Periard. Credito Ariel Cavoti

Luciano Quirino, Zezé Motta, Cacau Hygino e Jayme Periard

Luciano Quirino, Zezé Motta, Cacau Hygino e Jayme Periard

Lucy Ramos, Zezé Motta e Cacau Hygino. Credito Ariel Cavoti

Lucy Ramos, Zezé Motta e Cacau Hygino. Credito Ariel Cavoti

Manuela Duarte e Zezé Motta

Manuela Duarte e Zezé Motta

Marcella Rica. Credito Ariel Cavoti

Marcella Rica. Credito Ariel Cavoti

Mariana Oliveira, Zezé Motta, Licinio Januario e Cacau Hygino

Mariana Oliveira, Zezé Motta, Licinio Januario e Cacau Hygino

Roger Gobeth

Roger Gobeth

Silvia Pfifer. Credito Ariel Cavoti

Silvia Pfifer. Credito Ariel Cavoti

Thalita Rebouças. Credito Ariel Cavoti

Thalita Rebouças. Credito Ariel Cavoti

Zezé Motta

Zezé Motta

Zezé Motta

Zezé Motta

Zezé Motta | Credito Ariel Cavoti

Zezé Motta (3). Credito Ariel Cavoti

Zezé Motta, Claudia Wildberg, Yuri Ribeiro e Cacau

Zezé Motta, Claudia Wildberg, Yuri Ribeiro e Cacau

Zezé Motta, Fernando Sampaio e Cacau Hygino

Zezé Motta, Fernando Sampaio e Cacau Hygino

Zezé Motta, Ivan Zettel, Cacau Hygino e Adriana Birolli

Zezé Motta, Ivan Zettel, Cacau Hygino e Adriana Birolli

Zezé Motta, Luciana Dixon e Cacau Hygino

Zezé Motta, Luciana Dixon e Cacau Hygino

Cacau Hygino, Zezé Motta e Vinicius Belo

Cacau Hygino, Zezé Motta e Vinicius Belo

Zezé Motta

Zezé Motta

 

Agradecimentos:

Fotos: Mariama PrietoAriel Cavoti

Livraria da Travessa

Milton Castanheira (figurino)

Everson Rocha (Make-up)

Zezé Motta vestiu: Elegance All Curves & H Stern 

14.12.2018


Biografia de Zezé Motta traz curiosidades sobre a sua luta e carreira

Convite lançamento Biografia - Zezé Motta, um Canto de Luta e Resistência

Com histórias e curiosidades sobre os mais de 50 anos de carreira de Zezé Motta, o escritor e ator Cacau Hygino nos brinda com uma obra única sobre uma das atrizes mais queridas e talentosas do Brasil. Zezé Motta – um canto de luta e resistência (256 páginas, R$ 39,90) imprime a marca de uma artista plural, carismática, que deixa sua assinatura artística por onde passa. Aos 74 anos, Maria José Motta, que estreou profissionalmente na histórica peça Roda Viva (1969), de Chico Buarque, e brilhou para o mundo em Xica da Silva (1976), está aí para contar e relembrar todas as suas histórias descritas brilhantemente por Cacau.

A obra é informalmente divida em três partes. Na primeira, o autor explora os primeiros tempos no Rio, a escola, o curso de teatro, a amizade com a vizinha Marieta Severo, que também viria a se tornar. Fala de um momento marcante no qual a atriz chegou a negar a cor, para, logo em seguida, mergulhar de corpo e alma no movimento negro – do qual participa ativamente até hoje. Aqui estão também os filhos e casamentos. Bastidores e curiosidades sobre as filmagens de Xica da Silva são enriquecedoras, deliciosas e emocionam. Outro ponto forte do livro é a luta da Zezé contra a ditadura militar. Sua luta não para por aí, segue buscando mais espaço para o ator negro na teledramaturgia nacional . O livro ainda traz curiosidades que muita gente não sabe. A música “Tigresa”, de Caetano Veloso, por exemplo, foi feita para ela, e não para Sônia Braga, como muitos acham.

Na segunda parte é a vez da própria atriz falar sobre os 50 anos de carreira, como encara a velhice, o sexo, o racismo, entre temas como vacilos da vida e manias. Na terceira e última parte, depoimentos de amigos, familiares e colegas de cena engrandecem o livro, entre eles os atores Lázaro Ramos, Alessandra Maestrini, Carlinhos de Jesus, Lúcia Veríssimo, Rosamaria Murtinho, Silva Pfeifer e Taís Araújo que falam de sua proximidade com a estrela e sobre a sua importância como companheira de trabalho. No caso de Taís e Lázaro Ramos, por exemplo, ela foi uma espécie de madrinha. Lázaro diz que com Zezé aprendeu a fazer um currículo e a se “vender” profissionalmente, por meio de um projeto dela de cadastro de atores negros Brasil afora, numa época em que atores negros eram mero elenco de apoio na teledramaturgia.

Quase 90 fotos ilustram as cinco décadas de trajetória profissional marcadas desde o início pela resistência e perseverança.

Para Cacau Hygino, a perseverança de Zezé, aliada ao seu talento e à maneira simples e tranquila como leva a vida, fez com que se tornasse uma das principais artistas do Brasil.

Algumas curiosidades da carreira de Zezé Motta no livro:

– Afogamento nas filmagens: Durante filmagens de Xica da Silva (1976),  em uma cena gravada num barco, houve um acidente e a atriz quase morreu vestindo uma saia armada. Foi salva por uma pessoa da equipe. O acidente passou até no Fantástico e as filmagens só foram retomadas um mês depois.

– Fazendo ninar – Quando fez a peça A Moreninha (1969), a atriz contracenou com Marília Pera, que se tornaria a sua comadre e grande amiga.

– Embranquecimento: Quando jovem, Zezé não gostava de sua cor e de seus cabelos. Por isso, passou um bom tempo usando perucas com corte chanel.

– Religião: Zezé estudou num colégio Kardecista. Mas na estreia de sua primeira peça, Roda Viva (1968) era Testemunha de Jeová por influência de sua mãe.

– Duas datas de nascimento: A artista nasceu dia 27 de junho mas seus pais só puderam registrá-la em 5 de setembro. Zezé passou a comemorar o aniversário em duas datas diferentes.

– Carreira de peso: Em 53 anos de carreira, Zezé Motta soma 14 discos, 35 novelas e mais de 40 filmes.

Sobre a autor

Cacau Hygino é ator, dramaturgo e escritor. É autor, entre diversos livros, das biografias das atrizes Nathalia Timberg e Irene Ravache. Na TV, participou das novelas da Globo “Insensato Coração”, “Cara ou Coroa”, “América” e “Caminho das Índias”, entre outras. Adaptou para o teatro a sua obra “Herivelto Como Conheci”, interpretada por Marília Pêra. É autor da comédia “Deu a Louca na Branca”, estrelada por Cacau Protásio e “Através da Iris”, homenagem à fashionista americana Iris Apfel, interpretada por Nathalia Timberg. Em 2019, atuará no filme “Lucicreide vai a Marte”, estrelado por Fabiana Karla.

 

 

01.12.2018