Zezé Motta e Josyara cantam “Um Índio” de Caetano Veloso, na 13ª edição do Trip Transformadores

Zezé Motta no Prêmio Trip Transformadores

Zezé Motta no Prêmio Trip Transformadores

Zezé Motta no Prêmio Trip Transformadores

Zezé Motta no Prêmio Trip Transformadores

Zezé Motta no Prêmio Trip Transformadores

Zezé Motta no Prêmio Trip Transformadores

Zezé Motta no Prêmio Trip Transformadores

Zezé Motta e Josyara no Prêmio Trip Transformadores

Zezé Motta e Josyara no Prêmio Trip Transformadores

O Auditório Ibirapuera abriu suas portas na noite do dia 7 de novembro para receber a cerimônia de premiação dos homenageados da 13ª edição do Trip Transformadores.

O Trip Transformadores elege todos os anos, desde sua criação, em 2007, homens e mulheres com histórias inspiradoras e que usam seus talentos e sua visibilidade para defender e reverberar causas importantes para transformar o mundo. “O prêmio existe para celebrar pessoas que descobriram maneiras mais inteligentes e generosas de gastar o tempo na nossa breve passagem por este planeta”, afirma o editor e fundador da Trip, Paulo Lima.

08.11.2019


Zezé Motta no Baile da Bruxa

Zezé Motta no Baile da Bruxa | Foto: Wellington Marques

Zezé Motta no Baile da Bruxa | Foto: Wellington Marques

Zezé Motta no Baile da Bruxa | Foto: Reprodução

Zezé Motta no Baile da Bruxa | Foto: Reprodução

Zezé Motta no Baile da Bruxa | Foto: Reprodução

Zezé Motta no Baile da Bruxa | Foto: Reprodução

Zezé Motta no Baile da Bruxa | Foto: Reprodução

Zezé Motta no Baile da Bruxa | Foto: Reprodução

Zezé Motta no Baile da Bruxa | Foto: Reprodução

Zezé Motta no Baile da Bruxa | Foto: Reprodução

Zezé Motta | Foto: Reprodução

Zezé Motta | Foto: Reprodução

Zezé Motta | Foto: Reprodução

Zezé Motta | Foto: Reprodução

Zezé Motta | Foto: Reprodução

Zezé Motta | Foto: Reprodução

Zezé Motta | Foto: Reprodução

Zezé Motta | Foto: Reprodução

Zezé Motta | Foto: Reprodução

Zezé Motta | Foto: Reprodução

Zezé Motta | Foto: Reprodução

Zezé Motta | Foto: Reprodução

Zezé Motta | Foto: Reprodução

Zezé Motta | Foto: Reprodução

Zezé Motta e Mariana Ximenes | Foto: Divulgação

Zezé Motta e Mariana Ximenes | Foto: Divulgação

Zezé Motta e Mariana Ximenes | Foto: Divulgação

Zezé Motta e Mariana Ximenes | Foto: Divulgação

Zezé Motta no Baile da Bruxa | Foto: Wellington Marques

Zezé Motta no Baile da Bruxa | Foto: Wellington Marques

Zezé Motta no Baile da Bruxa | Foto: Wellington Marques

Zezé Motta no Baile da Bruxa | Foto: Wellington Marques

Zezé Motta no Baile da Bruxa | Foto: Wellington Marques

Zezé Motta no Baile da Bruxa | Foto: Wellington Marques

Zezé Motta no Baile da Bruxa | Foto: Reprodução

Zezé Motta no Baile da Bruxa | Foto: Reprodução

Zezé Motta no Baile da Bruxa | Foto: Reprodução

Zezé Motta no Baile da Bruxa | Foto: Reprodução

Zezé Motta no Baile da Bruxa | Foto: Reprodução

Zezé Motta no Baile da Bruxa | Foto: Reprodução

Zezé Motta no Baile da Bruxa | Foto: Wellington Marques

Zezé Motta no Baile da Bruxa | Foto: Wellington Marques

Zezé Motta e Milton Castanheira | Foto: Wellington Marques

Zezé Motta e Milton Castanheira | Foto: Wellington Marques

Stylist: Milton Castanheira

Beleza: André Florindo

Look: Isaac Silva

Joias: H Stern

Publi: Avon

Agradecimento: Revista Quem Acontece

31.10.2019


Espetáculo “Meus Cabelos de Baobá” ressalta a força do feminino

MEUS CABELOS DE BAOBÁMEUS CABELOS DE BAOBÁ

Nascido do  desejo de mostrar como as mulheres têm a capacidade de se reinventar através dos tempos, o espetáculo de teatro dança, “Meus Cabelos de Baobá”, fica em cartaz até 27 de outubro, sexta e sábado às 20h e domingos às 19h, no Teatro Municipal Ziembinski.  A história se desenvolve em torno de diálogos da Rainha Dandaluanda com o Baobá, árvore milenar de origem africana, que vai lhe ensinar valores africanos e despertar sua autoestima: primeiro, como menina; em seguida, como mulher e, finalmente, como rainha, consciente de sua beleza singular, de sua força ancestral e identidade negra.

A montagem que tem texto e atuação de Fernanda dias, direção de Vilma Melo, a primeira negra a ganhar o prêmio Shell na categoria de Melhor Atriz e no elenco Luiza Loroza, Ana Paula Black e Beà, apresenta a força do feminino onde os movimentos e os gestos, auxiliam na narrativa e na estética da encenação. Por meio de uma estética negra, o espetáculo valoriza a identidade negra feminina sua força e conexão com a ancestralidade de se reinventar.

“Podemos notar que no cenário cultural brasileiro os padrões e valores eurocêntricos dominam a cena. A ausência de uma estética negra, neste campo, ainda é uma ação recorrente. Trata-se de um conjunto de engrenagens que silencia de modo subliminar as mulheres, principalmente as mulheres negras”, afirma Fernanda Dias.

Inspirado em argumentos de Simone Ricco e textos da autora Conceição Evaristo, o objetivo deste espetáculo é trazer para a cena teatral uma estética que exponha a cultura da diáspora negra africana de maneira positiva, para que esta seja reveladora e que o não dito venha à tona. Deste modo, o espectador tem a possibilidade de perceber o que está por trás do que vê.

O Teatro Municipal Ziembinski fica localizado na Rua Urbano Duarte, número 30, Tijuca, Rio de Janeiro. A entrada custa R$ 30 inteira e R$ 15 meia.

SERVIÇO:

Meus Cabelos de Baobá

Local: Teatro Municipal Ziembinsk

Endereço: Rua Urbano Duarte, número 30, Tijuca, Rio de Janeiro

Temporada: de 05 de outubro até 27 de outubro

Horário: Sextas, sábados às 20h e domingos às 19h

Ingresso: R$ 30 inteira e R$ 15 meia.

Classificação: 16 anos

Duração: 50 minutos

 

 

 

21.10.2019


Zezé Motta e Hebe Camargo nos anos 80

Zezé Motta e Hebe Camargo

21.10.2019


Zezé Motta em Porto dos Milagres

Zezé Motta e Camila Pitanga na Novela Porto dos Milagres - Globo

Zezé Motta na Novela Porto dos Milagres - Globo

Zezé Motta na Novela Porto dos Milagres - Globo

O canal Viva está exibindo a novela “Porto dos Milagres”, escrita por Aguinaldo Silva e Ricardo Linhares, originalmente exibida pela Globo em 2001. Zezé Motta foi Mãe Ricardina, uma mãe de santo venerada e consultada pelo povo do cais. Em seu terreiro está o peji de Yá, como era chamada Iemanjá pelos negros grunci, de uma remota nação africana. Ialorixá das mais respeitadas, tem forte ascendência sobre os marítimos e suas famílias. Quem aqui se lembra do sucesso que foi?

 

17.10.2019


Zezé Motta nos anos 80

Zezé Motta nua

 

Uma lembrança de quando a vida era mais divertida, livre, leve e nua. Fazíamos arte sem muitos artifícios. Ou era, ou não era. Colava ou não colava. Não tinha meio termo. Aliás não existia o meio… Com vocês uma era, anos 80… irreverente! E o Motta com 1 “T” só. Beijos e axé de quem viveu, vive e se Deus quiser viverá ainda mais. (disse Zezé Motta)

16.10.2019